Quissange é um idiofone beliscado, piano de polegares, que se encontra no índice 12 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
As suas partes vibrantes são colocadas em vibração ao serem beliscadas ou dedilhadas. Este instrumento angolano é constituído por pequenas barras de metal de diversos tamanhos, presas a uma base de madeira e tocadas pelos dedos polegares. Originário da África, este instrumento apresenta variações e diversos nomes conforme as regiões e países.
Geralmente, as barras de metal são afinadas para produzir diferentes notas musicais. O músico toca o instrumento pressionando as barras com os dedos polegares e, ao libertá-las, produz um som vibrante e melódico. É utilizado em diversos estilos musicais e como forma de intervenção terapêutica.
rabeca é um cordofone de arco muito usado ainda em Portugal, Cabo Verde e Brasil. A rabeca chuleira tem origem no Norte de Portugal, especialmente na região de Amarante, no século XVIII. Na música brasileira, a rabeca está especialmente ligada ao forró, mas é utilizada também na música erudita.
É semelhante ao violino, mas apresenta algumas diferenças no aspeto e técnica de execução. A sua origem remonta à época medieval e acredita-se que tenha influências árabes. É construída com madeira, geralmente com uma caixa de ressonância de forma achatada ou arredondada, e é composta por três ou quatro cordas de tripa ou aço.
A caixa de ressonância pode ser feita de diferentes tipos de madeira, como amieiro, faia ou castanheiro.
O braço do instrumento é fixo à caixa de ressonância e possui trastos (pequenas peças de madeira ou osso que permitem ao músico produzir notas em diferentes posições).
rabeca chuleira, Portugal
Enquanto no violino os músicos utilizam um arco curto e técnica de arco francês, os rabecadores utilizam um arco longo e praticam a técnica de arco perpendicular. Isso faz com que o som produzido pela rabeca seja mais rústico e característico.
A rabeca é utilizada principalmente em festas populares (festas de Santos Populares e festas religiosas), onde é comum encontrar grupos musicais que tocam músicas tradicionais portuguesas com o instrumento.
Apesar de ser menos popular atualmente, a rabeca possui um importante papel na cultura musical portuguesa, representando o folclore e a tradição do país.
O instrumento situa-se no índice 31 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (cordofones simples, compostos de cordas esticadas em um suporte, com caixa de ressonância, neste caso).
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Instrumentos corda friccionada
Cordofones de arco
Instrumentos começados por r
Reciclanda, música e instrumentos sustentáveis
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
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https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/rabeca_brasil.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 21:49:312024-11-12 11:01:30Rabeca, Portugal
Raspador, ou rasqueador, é um termo genérico português (e espanhol, também) para um idiofone de raspagem constituído por um cilindro de madeira com saliências ou uma barra de metal ou madeira com dentes ou pregos na superfície. É friccionado por uma vara de madeira. É utilizado principalmente no samba e na música folclórica brasileira. O raspador é geralmente tocado em conjunto com outros instrumentos de percussão para criar ritmos e acompanhar as músicas.
Situa-se no índice 13. do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Nestes idiofones, o som produz-se por fricção ou raspagem.
Raspador, Brasil, reco-reco de molas
ETIQUETAS
Instrumentos tradicionais do Brasil
Idiofones de fricção
Instrumentos começados por
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/reco-reco-de-molas-brasil.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 21:48:192024-11-24 22:42:40Raspador, Brasil
reco-reco é um idiofone tradicional de raspagem que se apresenta com formas muito variadas. Uma vara de madeira mais fina raspa a parte que tem saliências, produzindo-se um timbre característico. Há reco-recos de plástico, madeira, de metal e mistos. Ele consiste em uma barra sólida ou tubo com ranhuras longitudinais na superfície. Para tocar o instrumento, utiliza-se um bastão que é friccionado nas ranhuras, produzindo um som característico.
É muito popular na música tradicional portuguesa, no folclore, no fado e na música ligeira. É tocado de forma rítmica e pode ser utilizado para marcar o ritmo da música ou para criar efeitos sonoros.
O reco-reco é utilizado em vários estilos musicais um pouco por todo o mundo. Apresenta variações no seu aspeto e material de construção, dependendo da região e do fabricante. Tradicionalmente, ele é feito de madeira, mas também podem ser encontrados modelos feitos de bambu, metal ou plástico.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone sem intenção melódica.
Reque, ou reco-reco, Portugal
reco-reco, Mário André
ETIQUETAS
Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos musicais do Brasil
Idiofones de raspagem
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Reciclanda, música e instrumentos sustentáveis
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Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
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https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/reco-reco-de-madeira-tipo-bloco.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 21:45:352025-04-22 13:04:18Reco-reco, Portugal
Pratos de choque (Crash cymbals em Inglês) é sinónimo de címbalos em Portugês.
É um idiofone concussivo provavelmente originário da Mesopotâmia a partir de onde se expandiu para outras regiões. A família arménia Zildjian fabrica com grande perfeição estes instrumentos há mais de três séculos, desde que o alquimista de Constantinopla Avedis Zildjian aplicou aos címbalos os conhecimentos sobre como tratar ligas de metais.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Pratos de choque, em Português
ETIQUETAS
Idiofones percutidos
Idiofones de concussão
Família dos címbalos
Instrumentos começados por p
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/pratos-de-choque.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 18:26:112023-10-06 20:03:41Pratos de choque
Tambor de fenda é um idiofone de percussão direta tocado por um taco. Feito de madeira ou bambu, com forma cilíndrica ou outra forma, tem corpo oco, dotado de uma ou mais fendas para possibilitar frequências diferentes.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Tambor de fenda, em Português
ETIQUETAS
Idiofones percutidos
Idiofones de altura indefinida
tambores de fenda
Instrumentos começados por t
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/tambor-de-fenda.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 18:20:412023-10-06 20:04:45Tambor de fenda
Datado do século XVI, o serpentão é um instrumento de sopro da família dos metais, com bocal e corpo longilíneo e serpenteado (de onde lhe vem o nome). Foi muito popular durante o século XIX, principalmente em orquestras e bandas militares.
É um instrumento de sopro do grupo 423 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de bocal (também chamado de palheta labial) em que os lábios do executante causam diretamente a vibração do ar.
Sinos tubulares, ou carrilhão de orquestra, é um instrumento constituído por um conjunto de tubos de metal, geralmente de bronze, de tamanhos graduados mas com o mesmo diâmetro. Têm dois orifícios numa extremidade, pela qual estão suspensos de uma estrutura. Produzem som quando são percutidos com um martelo ou batentes. São utilizados em diversas culturas e tocados em orquestras e bandas. A sua origem, em bambu, encontra-se no Sudoeste Asiático.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Bloco sonoro é um idiofone de percussão direta com baqueta formado por um bloco de madeira em forma de caixa, ovo, esfera. O corpo tem um corte ou furo que permite a vibração das suas paredes. contribuindo para a ressonância e qualidade do som.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
A escaleta, designação brasileira para a melódica, é um instrumento musical de sopro que pertence à família das palhetas livres. A sua execução envolve a combinação da emissão de ar através de uma embocadura com a digitação das teclas por uma das mãos. Cada tecla, ao ser pressionada, permite a passagem do ar através de uma palheta metálica, cuja vibração produz o som característico do instrumento.
Existem melódicas soprano, contralto, tenor e baixo, de marcas como Hohner, Yamaha, Suzuki, Hammond, Becker. Steve Reich compôs em 1966 a obra “Melodica” para este instrumento.
A escaleta assemelha-se a um pequeno teclado, geralmente com um alcance de duas a três oitavas. A sua portabilidade e relativa facilidade de aprendizado a tornaram popular em diversos contextos musicais, desde a educação musical infantil até apresentações ao vivo e gravações em estúdio. A sua sonoridade pode variar de suave e melancólica a brilhante e expressiva, dependendo da forma como o músico sopra e dedilha as teclas.
Apesar da sua simplicidade aparente, a escaleta oferece considerável expressividade musical, permitindo a execução de melodias lineares, acordes e até mesmo efeitos através do controle da respiração e da pressão sobre as teclas. A sua versatilidade a torna um instrumento interessante para músicos de diferentes estilos, complementando arranjos em bandas, grupos de câmara e projetos solo. A sua natureza híbrida, combinando elementos de instrumentos de teclado e de sopro, confere-lhe um lugar único no panorama musical.
Nos instrumentos da categoria aerofone, o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
Escaleta, Brasil
ETIQUETAS
Instrumentos de sopro de teclado
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/escaleta.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 17:59:322025-04-30 22:43:43Escaleta, Brasil