Gamelão é um conjunto indonésio de instrumentos de percussão como o kendang, o saron e o bonang, gongos, xilofones, metalofones, címbalos e flautas. É especialmente originário da ilha de Java. O gamelão é tradicionalmente utilizado para acompanhar a música e as danças tradicionais indonésias, sendo considerado um símbolo cultural importante do país. A música tocada no gamelão possui uma sonoridade característica, com melodias pentatônicas e ritmos complexos.
Gamelão, Indonésia
ETIQUETAS
Instrumentos da Indonésia
Instrumentos musicais de Java
Instrumentos de percussão
Idiofones
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/gamelao-indra-swara.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 17:13:112023-10-06 20:20:40Gamelão, Indonésia
Jambé, ou djembe, é um membranofone de origem africana, designadamente a Guiné. Tem corpo de madeira esculpido em forma de cálice e uma membrana com esticadores a toda a volta.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Flauta de Pã é um aerofone constituído por canas ou tubos cilíndricos de tamanhos diferentes, amarrados ou presos. Cada tubo é afinado em uma nota específica, e ao soprar por eles, produzem-se diferentes sons. A flauta de Pã é também conhecida como flauta de Pan ou flauta de pastor, e é associada a uma sonoridade suave e melodiosa. É um instrumento de origem antiga, que remonta à Grécia antiga. Os antigos gregos chamavam-lhe “syrinx”. É um instrumento típico nos Andes e no Perú. Hoje em dia é utilizado em diversos estilos musicais, como música folclórica e música contemporânea.
É um instrumento de sopro do grupo 421 – aerofones com sopro em aresta – no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
Flauta de Pã, em Português
ETIQUETAS
Instrumentos de sopro de aresta
Família das flautas de Pã
Flautas de embocadura aberta
Instrumentos começados por f
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/flauta-de-pa.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 17:08:592023-10-06 22:14:52Flauta de Pã
cordofone dedilhado, a cítara é um instrumento histórico com sonoridade aparentada à harpa. Há formas e nomes diferentes em vários países da Europa, nos países mediterrâneos e na Alemanha onde conheceu os nomes de “gittern”, “zitter”, “cytherne” e “cittharne”. É composta por uma caixa de ressonância retangular ou em forma de trapézio, com várias cordas esticadas horizontalmente sobre ela. Geralmente associada a tradições folclóricas, a cítara é usada em diferentes estilos musicais no mundo.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
A trompa teve a sua origem no olifante e no shofar dos hebreus, instrumentos ainda em uso nas cerimónias ligadas ao Ano Novo judeu e à Festa da Expiação. Além dos egípcios e hebreus, também os gregos fizeram uso do shofar e do Kegos (trompa) para anunciar ao povo as suas reuniões religiosas e profanas. A trompa de metal foi construída por volta de 1400 e tornou-se um instrumento muito utilizado em França até ao reinado de Luís XV, tendo neste país encontrado a sua grande expansão. Daí que os ingleses lhe tenham chamado french horn (trompa francesa). Ao longo dos tempos, a trompa foi sofrendo várias modificações, a começar pelo nome: trompa de caça, trompa lisa ou de mão, trompa cromática ou de pistões, trompa de harmonia, como hoje é conhecida, ou simplesmente trompa.
Trompa de harmonia
Na imagem
Trompa de harmonia do Museu Nacional da Música, construída por Marcel-Auguste Raoux em 1835, encomenda de Joaquim Pedro Quintela (1801-1869), 2.º barão de Quintela e 1.º conde de Farrobo, próspero negociante e abastado proprietário que pôs uma boa parte da sua fortuna ao serviço da música. A grande quantidade de festas promovidas por Joaquim Pedro Quintela, conde de Farrobo, no Teatro Thalia, do qual era proprietário, deu origem à expressão “farrobodó”, cujo uso corrente é “forrobodó”.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/trompa-de-harmonia.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 16:24:362023-10-06 21:59:03Trompa de harmonia
Recorder em Inglês; flûte à bec em Francês; blockflöte em Alemão; flauto dolce em Italiano, flauta doce e flauta de bisel é um instrumento de sopro constituído por um tubo cilíndrico com diversos orifícios e um bocal com apito no qual se sopra diretamente. Pertence à família das flautas e é um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo. Feita de madeira ou plástico, é composta por um tubo cilíndrico com orifícios que são tapados ou destapados pelo músico através dos dedos. Possui uma embocadura de bisel, ou seja, uma pequena fenda pela qual o músico sopra para produzir o som. É um instrumento de afinação fixa e possui uma sonoridade suave e melódica. É frequentemente utilizado na música barroca e renascentista, mas também pode ser encontrado em diversos estilos musicais. A flauta de bisel é bastante popular no ensino musical, principalmente nas escolas, devido à sua simplicidade e facilidade de aprendizagem. É um instrumento versátil e pode ser tocado tanto solo como em conjunto com outros instrumentos.
É um instrumento de sopro do grupo 421 – aerofones com sopro em aresta – no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
Flauta de bisel, em Português
ETIQUETAS
Instrumentos de sopro de aresta
Flauta de embocadura fechada
Família das flautas de bisel
Instrumentos começados por f
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/flauta-doce_yamaha.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 16:15:292023-10-06 22:15:07Flauta de bisel
A genebres é um idiofone de raspagem constituído por pauzinhos de madeira maciça, tamanho decrescente, enfiados nas extremidades numa correia de couro. A genebres é tocada na Beira Baixa, nomeadamente na Dança dos Homens. O tocador coloca o instrumento ao pescoço, pendurado pela correia, e raspa com um bocado de madeira.
Situa-se no índice 13. do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Nestes idiofones, o som produz-se por fricção ou raspagem.
ETIQUETAS
Instrumentos tradicionais de Portugal
Idiofones de raspagem
Instrumentos começados por g
Genebres, Portugal
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/genebres.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 16:10:292024-07-27 15:42:29Genebres, Portugal
Crótalos – do termo grego crótalon – são um idiofone metálico de percussão direta utilizado na Grécia Antiga e no Egito. São ainda hoje usados na música tradicional do Norte de África, no acompanhamento de danças, e na Educação Musical. Consistem num ou dois pares de pequenos címbalos que entrechocam por ação dos dedos da(s) mão (s) do executante, designadamente em danças. As duas peças côncavas são unidas por uma corda ou corrente, permitindo que sejam sacudidos ou batidos uma contra a outra para criar um som.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Corne inglês (cor anglais, em Francês, english horn, em Inglês) é um aerofone de madeira de palheta dupla da família do oboé. Embora seja maior e mais grave que o oboé, a dedilhação é igual. Como acontece com o fagote e alguns tipos de saxofone, o instrumentista usa uma alça no pescoço para apoiar o suporte. Bastante parecido com o oboé, possui uma palheta dupla menor e um tubo que se alarga em forma de cone. Esta característica dá ao corne inglês um som mais suave, melancólico e com um timbre distinto. É amplamente utilizado em orquestras e também pode ser encontrado em algumas bandas de música ou grupamentos de câmara.
É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
Clarim é um aerofone de metal constituído por bocal, de um lado, e campânula, do outro. As notas são produzidas pela variação da embocadura do instrumentista, uma vez que não tem orifícios nem válvulas e é um dos instrumentos mais simples dos aerofones de metal. Fica limitado à produção de notas dentro dentro da série harmónica do som fundamental.
Pelo seu timbre brilhante e simplicidade é especialmente usado em meios militares.