Enciclopédia de instrumentos musicais do mundo

Bandola é um cordofone de braço curto trastejado com corpo em forma de pera, da Colômbia (e Venezuela). A bandola lhanera tem 4 cordas; a oriental tem 8 cordas; a andina colombiana tem 12-18 cordas. A bandola portuguesa tem a forma de lágrima.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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  • Instrumentos musicais da Colômbia
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bandola portuguesa

Atabaque, ou tabaque, é um tambor unimembranofone afro-brasileiro com corpo de madeira. O nome tem origem no termo árabe al-Tabaq.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
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  • Instrumentos musicais do Brasil
  • tambores percutidos
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Rói-rói

Rói-rói é um aerofone livre e rodopiante, brinquedo sonoro tradicional do Nordeste brasileiro feito de madeira, corda de caroá e barro, também chamado zumbidor, zunidor e sonidor.

É utilizado como brinquedo pelas crianças da região Nordeste do Brasil. O rói-rói produz som quando é girado rapidamente pela corda de caroá, que é puxada e solta repetidamente. O som emitido é característico e lembra um zumbido ou zunido, daí os diversos nomes pelos quais o brinquedo é conhecido.

O uso do rói-rói é uma tradição antiga na cultura nordestina, sendo associado a festas populares como o São João. O brinquedo é popular entre as crianças e também é utilizado como instrumento musical em algumas manifestações folclóricas.

Embora seja um objeto simples, desperta a curiosidade e o interesse das pessoas, trazendo diversão e alegria através do som peculiar que produz.

É utilizado também para sonoplastia de estórias.

(com IA)

É um zumbidor, da classe dos aerofones livres, designada pelo índice 41 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
Rói-rói, Brasil

Rói-rói, Brasil

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  • Instrumentos musicais do Brasil
  • Aerofones livres
  • Instrumentos começados por r
Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Berra-boi é um aerofone livre mais pequeno que os rombos africanos ou o bullroarer australiano, constituído por uma peça de madeira (pequena tábua oblonga, chapa de osso, marfim, metal ou matéria plástica) ligada por um fio de nylon ou cordel a um cabo em que foi passado verniz ou cera de abelha. Por ação da mão, a vara gira no ar e o fio fricciona o cabo produzindo-se um som semelhante ao chiar de carro de bois, ou ao mugir do boi.

No Nordeste do Brasil vê-se muito em feiras e tem diversos nomes: rói-rói, sonidor, zumbidor, zunidor.

Situa-se no índice 23 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, membranofones cuja pele ou uma corda fixada a ela é friccionada com as mãos, vara ou outra coisa.

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  • Instrumentos tradicionais do Brasil
Berra-boi, Brasil

Berra-boi, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Taça tibetana é um idiofone tibetano de percussão direta constituído por uma taça metálica percutida ou friccionada por uma baqueta de madeira.
A bateria é um instrumento de percussão destinado à realização de padrões rítmicos complexos de acompanhamento, característico de combos de jazz, agrupamentos de ritmos modernos e grupos de música pop. Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
O surgimento do instrumento resultou da invenção, em finais do século XIX, de vários tipos de pedais para execução de instrumentos de percussão e outros equipamentos de sonoplastia em teatros e da sua consequente adopção para a execução do bombo e de pratos suspensos em simultâneo com a prática de outros instrumentos de percussão com as mãos. A bateria é, por conseguinte, nuclearmente constituída por bombo, caixa de rufo e pratos suspensos, aos quais são adicionados, de acordo com o gosto do intérprete ou em concordância com o estilo de música executada, outros instrumentos auxiliares. O instrumento, com a composição simplificada acima descrita, já se encontrava em uso na década de 1920 em agrupamentos de jazz. Dos vários instrumentos auxiliares escolhidos pelos intérpretes no passado século – entre os quais os woodblocks, chocalho, agogô, buzinas, sirenes, chicote, jazz washboard, gongos, shakers e outros instrumentos exóticos – dois se estabeleceram como constituintes nucleares da bateria: os três tom-toms (roto-toms; timbales) e o prato de choque; incrementou-se ainda o uso de vários pratos suspensos, de dimensões variadas (figurando habitualmente entre os idiofones directamente percutidos da bateria os pratos “splash”, “crash” e “ride”). Para a execução do instrumento, o instrumentista recorre a baquetas/”vassouras”/macetas de vários tipos. Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira baterista Alexandre Frazão
Aerofone de vibração labial, de subcategoria trompetes cromáticos, da família dos metais, o trompete moderno é um instrumento de sopro de registo agudo, de bocal hemisférico, corpo cilíndrico de latão banhado em níquel (cerca de 1,30 metros) em forma elíptica que, na secção final, diverge para um pavilhão cónico de abertura pronunciada, com mecanismo de pistões ou rótulas com respectivos tubos adicionais. Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
Instrumentos de vibração labial, da sub-categoria organológica dos trompetes naturais (sem mecanismos de alteração de altura sonora, tais como orifícios, varas, chaves ou pistões) estão documentados desde o período Neolítico. conchas ou tubos cilíndricos ou cónicos, de execução por orifício de embocadura lateral ou na extremidade, construídos em cabaça, marfim (olifante), madeira, corno de animal (shofar), bambu ou metal serviam/servem funções simbólicas, práticas ou musicais em várias culturas. Tais antecessores do moderno trompete, de entre os quais aqueles construídos em metal (snb, civilização egípcia; hasoserah, civilizações egípcia e assíria, Hebreus; carnix, povos Celtas; salpinx, civilização helénica; cornu, lituus, tuba e bucina, civilizações etrusca e romana) adoptavam uma morfologia rectilínia (snb) ou circular (tuba). Em trompetes naturais, a execução da fundamental, primeiro harmónico e parciais pares e ímpares superiores é alcançada por variação, por aumento ou diminuição da pressão da coluna de ar em vibração, desta feita obtida por intermédio da tensão dos lábios e músculos faciais, posição da língua e exalação com apoio do diafragma. Nos trompetes naturais medievais e primo-renascentistas europeus, construídos em formato retilínio ou em forma de S, a execução restringia-se aos primeiros harmónicos (2-8), num âmbito de duas oitavas (oitava da fundamental, quinta, quarta, terceiras maior, menor, menor e segunda maior). Inovações posteriores na técnica da forja do metal possibilitaram a construção do instrumento em formato elíptico, com duplo comprimento do tubo (dobrado sobre si mesmo), o que possibilitou a execução nos registos grave e médio (principal e, harmónicos 2-12) e médio-agudo e sobre-agudo (clarino, harmónicos 12-24). Embora frequentemente utilizado como instrumento melódico nos registos agudo e sobreagudo nos séculos XVII e XVIII, vários intérpretes e construtores procuraram habilitar a execução cromática do instrumento em toda a tessitura, então apenas acessível em instrumentos com vara, tais como a tromba da tirarsi e trombone. A esse propósito, as inovações morfológicas e os mecanismos desenvolvidos para a trompa encontraram célere adaptação ao trompete. Wöggel criaria em 1777 o Stopftrompete, um instrumento que possibilitava a alteração da fundamental e dos parciais superiores do instrumentos por via da execução de bouché – a colocação e recolocação da mão no interior do instrumento, desenvolvida por Hampel e Stich para a trompa. Ainda naquele período, Wöggel e Stein aplicaram, no Inventionstrompette (1780), o sistema de inserção de bombas de vários comprimentos para transposição do instrumento, criado para a trompa por Werner e Hampel. Clagget obteve em 1788 a patente para a “trompete cromática e trompa francesa”, em suma, dois instrumentos de afinação distinta, com mecanismo para troca rápida do bocal. Em finais do século XVIII se iniciou a construção de modelos com orifícios e chaves. Shaw construiu, em 1787, uma trompete com quatro orifícios com respectivos três discos e chave, que serviam exclusivamente a transposição e correcção da afinação do instrumento. Dos iniciais experimentos com a escavação de sete orifícios nos tubos de trompete e trompa, realizados pelo físico alemão Claus, e da frutífera criação de uma trompa de chaves por Kölbel resultou a construção de vários modelos de trompetes de chaves, com 4 a 6 chaves, activadas por patilhas de maior ou menor comprimento, na última secção de um tubo cilíndrico: naqueles modelos, a abertura consecutiva dos orifícios, no sentido inverso à circulação da coluna de ar, possibilita a execução da escala cromática ascendente no registo grave (e nos registos médio e agudo); o primeiro orifício ascende meio tom, o segundo um tom inteiro etc. A um primeiro modelo, datado de circa 1770, sucedeu novo modelo congénere, fabricado por Nessmann entre 1791-2, e o “Organisirte Trompete” de Anton Weidinger. Joseph Haliday desenvolveu, em 1810, a corneta de chaves, um instrumento de corpo cónico de diâmetro largo (um clarim, de formato similar ao actual fliscorne) com cinco a doze chaves. Richard Curtis desenvolveu o regent’s bugle, uma corneta de cinco chaves com bomba para transposição. Utilizadas nos centros musicais europeus durante a primeira metade do século XIX, as cornetas de chaves seriam paulatinamente abandonadas, desde a década de 1840, por modelos com pistões e rótulas, de mais fácil execução e de som uniforme em toda o âmbito do instrumento. Desenvolvido para a trompa por Heinrich Stölzel em 1815 e patenteado por Stölzel e Friedrich Bluhmel em 1818, a activação de êmbolo(s) em movimento vertical permite a recondução do ar do tubo principal para tubos anexos, aumentando a dimensão do instrumento e a alteração de notas fundamentais; Bluhmel e Stölzel criaram ainda, naquele último ano, as rótulas, êmbolos de movimento circular (em eixo horizontal). Tomando o modelo de dois pistões de Stölzel-Bluhmel, com recondução do ar pela base do pistão, Étienne François-Périnet realizou um conjunto de significativos melhoramentos entre 1829 e 1835, tais como a adição de um terceiro pistão e a recolocação do tubo principal e dos tubos adicionais na secção lateral da caixa de pistões. Robert Shaw desenvolveu o pistão Albert, o êmbolo em duas secções conectadas por rosca correntemente utilizado. Outras inovações e melhoramentos oitocentistas, tais como novos tipos de êmbolo ou a caixa hermética de protecção dos receptáculos dos pistões de Coeffet, terão sido descartadas aquando da produção em série dos novos cornetins e trompetes. O trompete moderno está equipado com mecanismo de três pistões, que, quando activados, desviam a coluna de ar para tubos adicionais laterais: ao primeiro pistão corresponde um tubo adicional equivalente a uma transposição descendente de um tom; ao segundo, meio tom e ao terceiro, tom e meio; o uso de seis combinações permite assim obter sete maiores comprimentos do tubo, os consequentes primeiros harmónicos (à distância de uma quinta diminuta – fá #-sol b, sol, sol #-lá b, lá, lá #-si b, si, dó) e os parciais superiores, garantindo uma ampla tessitura cromática de fá#2 a dó5 (ou superior); as fundamentais do trompete, raramente empregues na escrita para trompete, podem ser obtidas pelo relaxamento dos lábios. Fonte: Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
É um instrumento de sopro do grupo 423 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de bocal (também chamado de palheta labial) em que os lábios do executante causam diretamente a vibração do ar.
ETIQUETAS
  • Instrumentos de bocal
  • Instrumentos de sopro de metal
  • Instrumentos da orquestra
  • Instrumentos de palheta labial
Trompetista tocando
Trompetista tocando
Saxofone é um instrumento de sopro transpositor, da família das madeiras, com palheta batente simples heteroglote de cana (arundo donax) ou plástico e corpo cónico (ou parabólico) de metal (latão, ou ainda cobre, bronze ou prata), com vinte e dois a vinte quatro grandes orifícios e dois pequenos orifícios de registo, cobertos por chaves. Aerofone da sub-categoria dos clarinetes, o saxofone distingue-se daquele instrumento pela construção do corpo em cone ou em formato parabólico – por conseguinte, um tubo aberto, que possibilita a execução, para uma específica digitação, da fundamental e dos harmónicos pares e ímpares. Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
Inventado por volta de 1840 pelo construtor de ascendência belga Adolphe Sax, que na época se havia especializado, com seu pai, Charles-Adolph, na construção e melhoramento de instrumentos da família dos metais, o saxofone combina a aplicação de uma palheta simples batente de um clarinete ao corpo cónico de um oficleide baixo – instrumento de vibração labial, de bocal, com corpo em metal com a morfologia típica do fagote e com orifícios, cobertos por chaves, destinado à execução das linhas melódicas graves – com um sistema misto de dedilhação, em botões fixos sobre as cápsulas que cobrem os orifícios, ou em chaves montadas em sistema Boehm, sobre eixos (e com figuração da flauta doce ou transversal). Óbvias as afinidades e os fins do novo instrumento, Adolphe Sax denominou-o inicialmente como “ophicleide à bec (“oficleide com boquilha”), intitulando-o, na Segunda Exibição Industrial de Bruxelas (1841), “saxophone basse en cuivre”, designação tomada e popularizada por Berlioz na descrição redigida em Junho de 1842. Fabricado correntemente em diversas tipologias – sopranino, soprano, alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo -, a família dos saxofones é construída em duas ou três partes: boquilha com palheta e braçadeira; tudel, com bordo em cortiça para correcção da afinação (por movimento da boquilha) e corpo, sendo a sua morfologia caracterizada pela formato cónico, retílínio do tubo nos modelos de menor dimensão, pela curva em U na última parte do tubo e campânula projectada para a frente (adoptada em todas as tipologias acima descritas) ou ainda pelo loop na parte superior do tubo, nos modelos de maior dimensão. Findo o período de quinze anos da patente e da extensão de cinco anos obtidas por Adolphe Sax em 1846, outros construtores franceses iniciaram a construção de saxofones, oferecendo diversos melhoramentos, de entre as quais merecem particular menção a adopção do sistema de Boehm (para a mão esquerda) por Paul Goumas em 1875 e a introdução de chaves de registo automáticas e de rolamentos nas chaves correspondentes aos dedos mínimos por Lecomte em 1888. Fonte: Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
A caixa de rufo é um instrumento composto por um fuste cilíndrico de madeira ou metal coberto em cada extremidade por uma membrana de pele ou sintética. Museu das Bandas Filarmónicas

As membranas são cercadas por aros e seguradas por contra-arcos. A tensão é conseguida por meio de parafusos enroscados ou (ocasionalmente) por cordas apertadas.

A profundidade do fuste varia de acordo com o propósito do instrumento. Ao longo da membrana inferior estão esticados bordões: cordas de tripa, aço, ceda ou nylon. Os bordões, 8 ou mais em número, dão à membrana o seu timbre característico: quando a membrana superior é percutida, a ressonância é comunicada à membrana inferior que então vibra contra os bordões, a tensão dos bordões é vital para o timbre da caixa. Eles devem estar colocados uniformemente sobre a membrana, suficientemente esticados para produzir uma resposta viva e imediata às pancadas na membrana superior. São ajustados por um mecanismo de parafusos que permite a distensão instantânea dos bordões para obter efeitos como “abafado”, “surdina” ou “tom-tom”, e igualmente importante, para evitar o penoso “Zumbido” causado (quando há tensão das cordas) pela vibração por simpatia.

É percutido com baquetas de madeira que variam em tamanho e estilo de acordo com a escolha do tocador.

Esta caixa possui uma membrana única junto à qual se encontram as tiras de resposta que usam cordas de aço (bordões) reaproveitadas do encordoamento de violas. Está preparada para ser transportada presa à cintura, havendo, portanto, possibilidade de ser tocada em andamento.

Fonte: Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira

Caixa de rufo, ou tarola, em Português

caixa de rufo, ou tarola, em Português

Repenique

Repinique é um bimembranofone de percussão direta tradicional do Brasil. Também chamado repique, é um tambor pequeno com peles em ambos os lados, tocado com uma baqueta por uma das mãos enquanto a outra toca diretamente na pele.

Criado pelas escolas de samba para repinicar um som mais agudo, serve, frequentemente, como uma espécie de condutor musical das escolas de samba, anunciando “deixas” para o grupo.

Ele é também destacado como instrumento solista, às vezes tocando introduções para sambas ou solando em batucadas.

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

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Repinique, Brasil

Repinique, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.