A genebres é um idiofone de raspagem constituído por pauzinhos de madeira maciça, tamanho decrescente, enfiados nas extremidades numa correia de couro. A genebres é tocada na Beira Baixa, nomeadamente na Dança dos Homens. O tocador coloca o instrumento ao pescoço, pendurado pela correia, e raspa com um bocado de madeira.
Situa-se no índice 13. do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Nestes idiofones, o som produz-se por fricção ou raspagem.
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Idiofones de raspagem
Instrumentos começados por g
Genebres, Portugal
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/genebres.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 16:10:292024-07-27 15:42:29Genebres, Portugal
O chicote é um idiofone percutido existente em Portugal e no Brasil. É constituído por duas pequenas tábuas de madeira com manípulo, ligadas por uma dobradiça. Quando as pequenas tábuas batem uma contra a outra, lembram a sonoridade de um chicote a estalar.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de percussão de altura indefinida
Idiofones portugueses de percussão
Instrumentos começados por c
chicote, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/chicote.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 15:48:292024-11-24 13:38:08Chicote, Portugal
chincalho é um idiofone percutido por agitamento da mão. Apresenta-se, em Portugal e no mundo, com formatos e materiais muito variados. É basicamente constituído por um suporte de madeira ou plástico com pequenas chapas metálicas, soalhas ou caricas (cápsulas de bebidas), que chocam quando o executante, agarrando o cabo, sacode o instrumento. Por vezes, o chincalho tem a forma de Y, semelhante a uma fisga. Nos Açores, tem o nome de sistro.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Idiofones percutidos
Instrumentos de percussão de altura indefinida
Idiofones com soalhas
Instrumentos começados por c
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/chincalho_nuno-russel.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 15:41:442022-09-01 16:29:39Chincalho, Portugal
chocalho é um objeto sonoro metálico com badalo de madeira colocado pelos ao pescoço de cabras, ovelhas e vacas.
Em alguns meios, chama-se esquilas aos chocalhos mais pequenos de ovinos e caprinos, e chocalhos apenas aos maiores destinados ao gado bovino.
Não sendo propriamente um instrumento musical, o chocalho de vaca já teve utilização em obras orquestrais (Sinfonia dos Alpes, de Richard Strauss, e Sinfonias nº 6 e nº 7 de Gustav Mahler).
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).
ETIQUETAS
Instrumentos tradicionais de Portugal
Idiofones percutidos portugueses
Instrumentos começados por c
Chocalhos de Alcáçovas
O Fabrico de Chocalhos, considerado Património Cultural Imaterial, é uma arte singular que existe na região do Alentejo há mais de dois mil anos. Ofício importante na identidade da região, esta arte preserva-se ainda sobretudo nos concelhos de Estremoz, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, tendo sido passada de geração em geração, O centro de fabrico principal fica na freguesia de Alcáçovas, onde também se pode visitar o Museu do chocalho, uma coleção particular com mais de 3.000 peças recolhida ao longo de 60 anos.
O chocalho português é um instrumento de percussão tradicional, com um som inconfundível e um papel fundamental na paisagem sonora das áreas rurais, sobretudo onde ainda se pratica o pastoreio.
A prática é transmitida de pais para filhos e requer um processo de fabrico manual muito próprio, antes das peças serem polidas e aperfeiçoadas.
chocalho aparece também como nome genérico de idiofones de agitamento do tipo maraca, com pequenos objetos no interior, ou do tipo chincalho, com soalhas que chocam; ou do tipo chincalho, com soalhas.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/chocalhos-de-alcacovas.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 15:34:532025-04-21 13:51:01Chocalho, Portugal
A Viola campaniça, Viola de Beja, Viola alentejana, é um cordofone dedilhado português que outrora existia um pouco por todo o Baixo Alentejo. Quase desapareceu do universo da música tradicional portuguesa mas hoje em dia há um aumento significativo do interesse pelo instrumento.
É uma das violas portuguesas, com um formato mais ovalado. É um instrumento bastante utilizado na região do Alentejo, no sul de Portugal, especialmente em músicas tradicionais e folclóricas.
Natural da Aldeia da Sete (Castro Verde), Pedro Mestre tem dedicado a vida à música tradicional alentejana, desenvolvendo vários projetos nesta área enquanto cantor, tocador/construtor de Viola campaniça, instrumento que aprendeu a tocar com Manuel Bento e Francisco António.
Pedro Mestre, Viola campaniça
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Violas portuguesas
Instrumentos de corda dedilhada
Instrumentos do tipo alaúde
Reciclanda, música e instrumentos sustentáveis
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
Contacte-nos:
António José Ferreira 962 942 759
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/campanica-trio.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 15:33:412024-11-12 10:58:33Campaniça, Portugal
A denominação concertina provém de uma patente de Charles Wheatstone em Londres, aproximadamente em 1844. Outras inovações se seguiram e continuam até ao presente.
concertina é o termo comumente utilizado para Acordeão Diatónico no Norte de Portugal, cuja introdução destes instrumentos no país, na segunda metade do séc. XIX acabou por substituir instrumentos musicais até então dominantes.
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
A ocarina é um aerofone de cerâmica da família das flautas globulares, geralmente ovais, com orifícios e embocadura. A palavra, italiana, significa literalmente “pequeno ganso”. Existem exemplares de ocarina em povos pré-históricos e no México pré-colombiano.
A ocarina é um instrumento de sopro, feito de barro cozido, formando uma concavidade fechada para onde, através de um bocal em bisel, é soprado o ar que lá vibra dentro, saindo por dez orifícios destinados aos dedos do tocador que assim produzem as notas musicais. Tem uma forma oval, semelhante ao corpo de um pato (oca, em italiano – e daí o nome) e as suas dimensões variam, desde os mais diminutos (sopraninos) aos maiores e mais bojudos, responsáveis pelos sons mais graves.
O séc. XIX assistiu à constituição de grupos de ocarinas tocando pela partitura as melodias em voga (marchas, valsas, polcas, etc.), os quais contribuíram para a divulgação desses trechos de origem centro-europeia nos meios populares, de forma semelhante às tunas e bandas filarmónicas.
A nível popular, Ernesto Veiga de Oliveira localizou um intérprete de ocarina na região de Barcelos e José Alberto Sardinha vários tocadores na região estremenha do barro: Caldas da Rainha, Cadaval, Torres Vedras e Mafra, bem como em Ponte de Lima.
FONTES
Instrumentos Musicais Populares Portugueses, Ernesto Veiga de Oliveira Tradições Musicais da Estremadura, Tradisom 2000, José Alberto Sardinha, 459-463
Ocarina, em Português
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/ocarina-portugal.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 13:55:172024-11-24 13:28:14Ocarina, Portugal
por Manuel Morais A primeira menção conhecida do vocábulo machete, desta feita usando o diminutivo machinho, encontra-se citada num longo poema (escrito provavelmente em Coimbra por volta de 1660) de Gregório de Matos (Salvador, 7-IV-1636 – Recife, 26-XI-1696), onde se lê:
“[…] Criam-nos com liberdade / nos jogos, como nos vícios, / persuadindo-lhe, que saibam / tanger guitarra e machinho. […].
No “Regimento para o ofício de violeiros” de Guimarães, datado de 1719, o pequeno cordofone de mão é mencionado sob a designação de “Machinhos de quatro cordas” [duplas?] bem como “Machinhos de sinco cordas”, juntamente com “Violas de marca grande”, “meias Violas” e “Viollas pequenas”. O instrumento, neste caso designado já por Machete, é também incluído – juntamente com Violas, Bandurras, Harpas e Rabecas – no “Rol da tacha do ofício de violeiro”, feito em Évora a 30 de Dezembro de 1778.
Criança com machete, postal ilustrado, Portugal, Madeira – Funchal, c. século XIX/XX
Numa colectânea para Viola de cinco ordens, que se guarda na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (P-Cug M.M.97), manuscrito não datado mas seguramente copiado em inícios do séc. XVIII, o termo volta a surgir do seguinte modo: “como se tempera a Viola com o machinho”. Num manuscrito setecentista (c. 1720) para rabeca de Pedro Lopes Nogueira (P-Ln, M. M. 4824) a afinação do machete serve de base para se praticar a “scordatura” no violino: “afina-se a terceira corda da rabeca pella terceira corda do Machinho” ou a “segunda da rabeca pela quarta corda do Machinho”, etc.. Infelizmente não chegou até nós nenhum machete ou machinho do séc. XVII ou XVIII, salvo que em alguns presépios, ou lapinhas, setecentistas se mostram uma panóplia de instrumentos músicos, onde se poderão encontrar alguns cordofones de caixa em forma de oito e braço longo que poderão ser tomados por representações iconográficas do machete, sendo problemática a sua justa atribuição, já que existiam neste período violas pequenas, que de certo modo, se podem confundir com o pequeno e peculiar cordofone aqui mencionado. Para terminar, acrescento que o termo machete ou machinho, segundo vários léxicos sete e oitocentista, é uma “violinha, descante”, e que “Machete, s.m. [é] Viola pequena [e] vem do Lat. macer”, que quer dizer “magro ou delgado”.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
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Instrumentos de corda dedilhada
Família dos alaúdes
Instrumentos começados por m
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
adufe é um instrumento musical bimembranofone de caixilho, de forma quadrada, com soalhas ou outros objetos percussivos no interior. É tradicional, em Monsanto e na Beira Baixa, onde é tocado por grupos de mulheres. É segurado pelos polegares de ambas as mãos e pelo indicador direito, sendo percutido pelos outros dedos. Inclui movimentos de percussão e de abafamento.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Ernesto de Oliveira refere a sua existência no século XX em várias regiões de Portugal, sobretudo em Trás-os-Montes, Beira Baixa e Alentejo Interior. As suas dimensões e forma de suportá-lo variam de região para região, assim como o nome que, por vezes, se chama pandeiro. Terá sido introduzido na Península Ibérica pelos árabes entre os séculos VIII e XII.
No século XXI, o artesão e percussionista Rui Silva introduziu diversas inovações. Segundo Rui Silva, até 2013, nenhum adufe tinha tido sistema de afinação. Se antes as peles eram esticadas com recurso a fontes de calor, nos seus adufes o artesão introduziu dois parafusos e uma chave que permitem à adufeira, ou adufeiro, de acordo com o contexto, a técnica a utilizar e a temperatura ou humidade.
Outra das inovações introduzidas por Rui Silva foi criar lados diferentes no seu instrumento: um tradicional, outro moderno. O tradicional tem bons graves e médios; o outro permite sons mais agudos e mais clareza e articulação, pela aplicação de técnicas de dedos. No mesmo instrumento, a espessura não é igual, podendo ser de 5 cm num dos cantos, 6 no outro, ou 7 nos outros. Essa diferença permite mais conforto, podendo o músico suportar o instrumento pelo lado que lhe dá mais jeito. Além disso, contribui para novas possibilidades tímbricas.
As arestas são arredondadas e suaves, o que também contribui para o conforto de quem toca. Uma alça que permite tocar adufe português “à espanhola”. Neste caso, uma mão toca diretamente numa das membranas; na outra a percussão é feita com baqueta, como acontece em Peñaparda, Espanha.
Além de personalizadas, as decorações (maravalhas que se encontram nos cantos) podem retirar-se ou colocar-se. Como acessórios, Rui Silva proporciona elásticos e guizos. No seu sítio, além da loja e das inovações referidas, Rui Silva tem guia de cuidados a ter com o instrumento, como aprender a tocar, cantigas de adufe, exercícios, cursos e a sua biografia.
António José Ferreira
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de percussão
Membranofones portugueses
Instrumentos começados por a
adufe, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos sustentáveis
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
Contacte-nos:
António José Ferreira 962 942 759
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/adufe_portugal.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 13:23:262024-11-12 11:16:45Adufe, Portugal
cordofone dedilhado, a bandurra é também conhecida por Viola beiroa. Utilizava-se esta Viola popular portuguesa (que era muito frequente no distrito de Castelo Branco), nas tabernas, e em momentos festivos como os casamentos, nas serenatas aos noivos, nas vésperas e na noite da boda.
O instrumento situa-se no índice 31 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (cordofones simples, compostos de cordas esticadas em um suporte, com caixa de ressonância, neste caso).
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de corda dedilhada
Família dos alaúdes
Instrumentos musicais começados por b
Bandurra, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/bandurra.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-25 13:22:002024-11-24 13:37:22Bandurra, Portugal