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Sinos tubulares, ou carrilhão de orquestra, é um instrumento constituído por um conjunto de tubos de metal, geralmente de bronze, de tamanhos graduados mas com o mesmo diâmetro. Têm dois orifícios numa extremidade, pela qual estão suspensos de uma estrutura. Produzem som quando são percutidos com um martelo ou batentes. São utilizados em diversas culturas e tocados em orquestras e bandas. A sua origem, em bambu, encontra-se no Sudoeste Asiático. 

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Sinos tubulares, em Português

Sinos tubulares, em Português

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  • Idiofones percutidos
  • Idiofones tubulares
  • Instrumentos começados por s
Flauta transversal, flauta transversa ou apenas flauta, é um aerofone da família dos sopros de madeira, embora seja na atualidade construída em metal. A flauta transversal, tubo cilíndrico de metal aberto numa das extremidades, é composta por três peças independentes que o executante tem de montar de cada vez que vai tocar. Esta divisão facilita o transporte do instrumento mas, o que é mais importante, permite afiná-lo consoante se introduz mais ou menos a cabeça na parte superior do corpo.
As três secções são compostas pela cabeça (que acolhe a embocadura), o corpo (onde se encontra o complexo sistema de chaves), e o pé. Cada uma é montada na outra através das braçadeiras de encaixe metálico. A cabeça mede aproximadamente 22 cm de comprimento e possui um diâmetro que oscila entre os 17 e os 19 mm. Museu Nacional das Bandas Filarmónicas
A embocadura apresenta um orifício lateral rodeado por uma chapa metálica na qual repousa o lábio inferior do executante. O corpo ou parte central é a de maior tamanho, cerca de 35,5 cm. Por ultimo, o pé tem um comprimento de 13 cm e é rematado por um aro final. Este instrumento não possui nenhuma palheta, mas o som é produzido através do bisel, colocado sob o lábio inferior do interprete. O bordo mais afastado do bisel corta a corrente de ar, na flauta moderna, uma chapa ajuda a dirigi-la corretamente e deste modo, é produzida a vibração da coluna interior e, por conseguinte, o som. Tem um som agradável e suave e oferece uma grande quantidade de matrizes sonoros consoante se toque no registo grave (mais quente) ou agudo (mais penetrante). Fonte: Museu Nacional das Bandas Filarmónicas

Adriana Ferreira, flauta transversal

  • Instrumentos da orquestra
  • Aerofones de aresta
  • Família das flautas
  • Instrumentos começados por f
Contrabaixo (doublebass em Inglês) é o maior e mais grave da secção de cordas da orquestra, muito utilizado na música clássica e no jazz, podendo ser tocado com ou sem arco (com os dedos, em pizzicato). As suas cordas, do agudo para o grave, têm a seguinte afinação: sol2, ré2, lá-1, mi-1.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
ETIQUETAS
  • Instrumentos de corda friccionada
  • Instrumentos da orquestra
  • Cordofones de arco
  • Instrumentos começados por c

Flauta é um termos que designa uma família de aerofones de madeira, osso, cana, metal ou outro material. Designa também a flauta transversal, flauta transversa ou apenas flauta, instrumento da orquestra que pertence à família dos sopros de madeira embora seja na atualidade construída em metal.

Diferente das flautas de bisel, onde o ar é direcionado por um bico, na flauta transversal o músico molda o seu próprio fluxo de ar, soprando através do lábio inferior sobre a borda do orifício. Esta técnica confere uma grande expressividade e flexibilidade ao som, permitindo uma vasta gama de dinâmicas e articulações.

Presente em diversas culturas e estilos musicais, desde a música clássica à popular, a flauta transversal encanta com a sua sonoridade límpida e versátil. A sua capacidade de produzir tanto melodias suaves e etéreas quanto passagens rápidas e brilhantes a torna um instrumento fundamental em orquestras, bandas e grupos de câmara. 

É um instrumento de sopro do grupo 421 – aerofones com sopro em aresta – no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.

ETIQUETAS

  • Instrumentos de sopro de aresta
  • Família das flautas transversais
  • Instrumentos da orquestra
  • Instrumentos começados por f
Adriana Marquez, flautista

Adriana Marquez, flautista

Carrilhão de orquestra é um instrumento de percussão do tipo idiofone metálico que simula o som de sinos sinos de igreja. Consiste em um conjunto de tubos metálicos verticais de diferentes comprimentos, cada um afinado para uma nota específica da escala cromática. Esses tubos são suspensos e percutidos com um martelo para produzir um som ressonante e metálico. É utilizado em orquestras para criar efeitos especiais, melodias de sino ou evocar atmosferas solenes ou festivas.

Os tubos, suspensos, aguardam o toque do martelo do percussionista. Cada golpe liberta uma onda sonora pura e vibrante, que transporta os ouvintes para atmosferas solenes, como as de uma cerimónia religiosa, ou festivas, como as de celebrações alegres.

Embora não possua a complexidade harmónica de um carrilhão de igreja, o carrilhão de orquestra oferece aos compositores uma paleta sonora única para criar efeitos especiais marcantes, inserir melodias simples de sino ou pintar paisagens sonoras evocativas. 

O grande órgão da igreja da Lapa, no Porto, têm um registo de carrilhão.

Carrilhão de orquestra

Carrilhão de orquestra