gaita de beiços – também chamada harmónica ou gaita de boca – é um aerofone de palheta livre em formato geralmente retangular, sem caixa de ressonância, que se toca na boca, soprando e aspirando.
É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
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Aerofones de palheta livre
Instrumentos começados por g
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/harmonica-ou-gaita-de-boca.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 13:31:472023-10-06 11:22:18Gaita de beiços
Gaita de boca – também chamada harmónica ou gaita de beiços – é um aerofone de palheta livre em formato geralmente retangular, sem caixa de ressonância, que se toca na boca, soprando e aspirando.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/harmonica-ou-gaita-de-beicos-1.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 13:27:482023-10-06 11:22:38Gaita de boca
Alaúde é um instrumento de corda palhetada ou dedilhada, com braço trastejado e caixa característica em forma de meia pera ou gota. Este instrumento de corda europeu, barroco ou renascentista, pertence a uma família de instrumentos com vasta difusão por todo o mundo, a dos alaúdes. O “alaúde” foi o príncipe dos instrumentos musicais do Renascimento. Chegou à Europa na Idade Média através dos árabes que lhe chamavam al’ud (ud significa madeira). Em Portugal, ficou a chamar-se alaúde; em Espanha laúd; em França, luth; na Inglaterra, lute; em Itália, liuto ou laùto; na Alemanha, laute.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Cavaquinhoé um pequeno instrumento de corda dedilhada, de 4 cordas, tradicional do Minho e de Portugal. O tampo é feito em tília maciça, o braço em choupo e a escala em panga panga, entre outras madeiras. O instrumento foi levado pelos portugueses para o Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Madeira e Hawaii e deu origem a cordofones como o braguinha, machete e ukulele.
Júlio Pereira é o músico que mais tem contribuído para divulgar o Cavaquinho como um instrumento versátil.
A 20 de outubro de 2022, a Lusa noticiou:
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) inscreveu os “saberes e práticas tradicionais de construção do Cavaquinho” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Em comunicado, a DGPC anunciou no dia 20 de outubro que a inscrição foi confirmada por despacho da subdirectora-geral do Património Cultural, a ser publicado em Diário da República.
“A DGPC reconhece desta forma que a construção do Cavaquinho está activa e é fundamental na reprodução de uma memória e de uma identidade regional e colectiva, que de forma dinâmica preserva a herança da música e dos instrumentos tradicionais portugueses”, pode ler-se no comunicado do organismo tutelado pelo Ministério da Cultura.
O pedido de registo foi submetido pela Associação Cultural e Museu Cavaquinho, na sequência de um protocolo com a DGPC, de 2014, “que previa o desenvolvimento de um procjeto de investigação com vista ao registo no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial”.
As duas entidades desenvolveram, entre 2014 e 2016, uma investigação, em articulação com os próprios construtores, tendo concluído que “os saberes e práticas tradicionais de construção do Cavaquinho configuram uma actividade de carácter artesanal que se desenvolve em Portugal em ligação com as práticas musicais de matriz igualmente tradicional”.
“A produção deste instrumento musical conheceu novos ímpetos desde as últimas décadas, quer em virtude da sua utilização em novos géneros musicais, quer da ampliação dos seus mercados para além do nacional”, acrescentou a DGPC.
A documentação que caracteriza este “saber fazer”, que requer “grande conhecimento dos materiais e das técnicas tradicionais, transmitido intergeracionalmente”, pode ser consultado na plataforma MatrizPCI da DGPC.
Cavaquinho – O Tríptico Vanitas III, de Paula Rego
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Cavaquinho português “Valente”
Cavaquinho português “Valente”
Cavaquinho português Valente, gama Intermédia em nogueira europeia, baseado num Cavaquinho António Duarte Suc.or, circa 1936. Tampo: Abeto Engelmann Fundo e ilhargas: Nogueira europeia Escala e cavalete: Ébano Braço: Mogno Sanefas: Ébano e Ácer Roseta: Boca de raia com fios de Sicómoro Forra: Nogueira europeia Marcações e pestana: Osso de vaca Carrilhões: Graphtech Acabamento: Nitro
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de corda dedilhada
Cordofones portugueses
Família dos alaúdes
Instrumentos começados por c
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/cavaquinho_julio-pereira_foto-antonio-gamito.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 13:18:472024-02-25 22:44:52Cavaquinho, Portugal
Chifre – o mesmo que corno, berrante, ou buzina – é um aerofone tradicional do Brasil feito de corno de boi ou outros animais. É uma espécie de buzina usada por guardadores de vacas do Brasil e Colômbia para chamar e orientar o gado. É provável que a introdução do berrante no Brasil se deva a escravos africanos que em África usavam os chifres do olongo (cudo) que, por natureza, já é curvado em espiral.
Corno (chifre, berrante, buzina) é um aerofone tradicional do Brasil feito de corno de boi ou outros animais. É uma espécie de buzina usada por guardadores de vacas do Brasil e Colômbia para chamar e orientar o gado. É provável que a introdução do berrante no Brasil se deva a escravos africanos que em África usavam os chifres do olongo (cudo) que, por natureza, já é curvado em espiral.
Berrante (chifre, buzina, guampo, ou corno) é um aerofone tradicional do Brasil feito de corno de boi ou outros animais. É uma espécie de buzina usada por guardadores de vacas do Brasil e Colômbia para chamar o gado. É provável que a introdução do berrante no Brasil se deva a escravos africanos que em África usavam os chifres do olongo (cudo) que, por natureza, já é curvado em espiral. Os tropeiros – comerciantes na época no Brasil colonial (1500-1822) que transitavam nas regiões hoje conhecidas como Mato Grosso, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e Minas Gerais – criaram mais de 85 tipos de toques para o instrumento. O berrante é um símbolo da pecuária brasileira.
Tipos de toque
Saída “Solta” – um toque quando da saída da boiada do seu pouso. O capataz vai até à porteira para contar a boiada, enquanto o ponteiro (berranteiro) executa o toque.
Estradão – Quando a boiada toma o corredor (estrada) e vai seguindo calmamente o ponteiro dá o toque de estrada. O som deste toque agrada muito à boiada.
Rebatedoro (Toque perigo) – É um toque utilizado para chamar um peão que está no meio da boiada para vir junto com o ponteiro, no qual irá cercar uma encruzilhada, evitando que a boiada se separe ou para auxiliar quem está à frente em caso de uma situação de emergência.
Queima do alho (Almoço) – Neste caso o cozinheiro da comitiva vai à frente, duas horas aproximadamente e quando encontra um lugar adequado para o descanso da boiada, frequentemente junto de um riacho, para fazer o almoço. Ao avistar o cozinheiro, o ponteiro executa este toque avisando os peões para adiantar a marcha da boiada. O boi também aprende este toque porque associa que vai descansar e beber água.
Características do berrante
A ponta do berrante recebe o nome de bocal;
Berrantes com emendas deixam o ar vazar, por isso, às vezes são apenas bonitos;
O som deve ser limpo e ter sentimento, caso contrário irrita o berranteiro;
O som do berrante é contagiante, conquista mundos, corações, religiões, rádios, TV, jornais, cavalgadas, missas…
A nota é dada na boca do berranteiro e cada berranteiro cria um estilo próprio e provoca saudades, alegrias, emoções e às vezes leva às lágrimas;
Quanto menos se coloca a boca no bocal, melhor é o som;
O bocal tem o lado certo, por isso existem berrantes para destros e canhotos.
A matéria-prima
Proveniente de bois da raça gir e guzerá – chega dentro grandes sacos que se empilham por toda a fábrica. Em cada berrante são usados cinco chifres, que passam pelas etapas de seleção de tamanhos, corte, lixação, polimento e acabamento. Os chifres são bem escolhidos para o ar não vazar. O brilho não é conseguido à custa de verniz ou produtos químicos mas de polimento.
Fonte: Compre Rural, Brasil, adaptado.
Berranteira Rarissa Lombardi
Berranteira Rarissa Lombardi
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
Viola de arame, também designada por Viola de corações ou viola da terra, é um cordofone dedilhado da família das violas portuguesas, semelhante à Viola braguesa mas de boca redonda na Madeira e, nos Açores, com duas formas distintas – a de tipo micaelense com a boca em forma de dois corações, e a terceirense com a boca redonda.
Único instrumento musical típico do arquipélago, “assumiu através dos séculos grande importância social e cultural na vida das gentes de todas as ilhas, para quem apresentava uma companhia indispensável nas horas de diversão e lazer. As suas características ímpares diferenciam-nas das suas congéneres continentais e madeirense.”
José Alfredo Ferreira Almeida (2010). A Viola de arame dos Açores. (2.ª ed.). Ponta Delgada: Letras Lavadas.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de corda dedilhada
Violas de Portugal
Violas de arame
Cordofones do tipo alaúde
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Viola de arame, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/viola-de-arame-da-madeira_creditos-rui-camacho-1.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 12:54:032024-11-24 13:14:20Viola de arame, Portugal
Violinha de vereda, ou Viola de buriti, é uma das variantes regionais da Viola brasileira, criada na década de 1940, na comunidade Mumbuca, no Jalapão, região do estado de Tocantins.
É um instrumento artesanal feito com a madeira da árvore buriti. Tem quatro cordas de nylon e sua forma não tem tampo nem fundo ou bojo.
O corpo consiste de uma base retangular de onde o braço sai direto.
O braço é preso à base com grampos de taboca. Tem uma pequena boca e não possui trastos.
As cravelhas e o cavalete são feitos de vinhático, madeira que garante melhor sonoridade do que o buriti.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
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Instrumentos musicais do Brasil
Instrumentos de corda dedilhada
Cordofones do tipo alaúde
Variantes da Viola brasileira
Instrumentos começados por v
Violinha de vereda, Brasil
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/violinha-de-vereda.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 11:37:152025-04-30 22:20:16Violinha de vereda, Brasil
Viola de buriti (violinha de vereda) é uma das variantes regionais da Viola brasileira, criada na década de 1940, na comunidade Mumbuca, no Jalapão, região do estado de Tocantins.
É um instrumento artesanal feito com a madeira da árvore buriti. Tem quatro cordas de nylon e sua forma não tem tampo nem fundo ou bojo. O corpo consiste de uma base retangular de onde o braço sai direto.
O braço é preso à base com grampos de taboca. Tem uma pequena boca e não possui trastos.
As cravelhas e o cavalete são feitos de vinhático, madeira que garante melhor sonoridade do que o buriti.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
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Instrumentos musicais do Brasil
Instrumentos de corda dedilhada
Cordofones do tipo alaúde
Variantes da Viola brasileira
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Viola de burititi
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/viola-de-buriti.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-24 11:32:092025-04-30 22:19:37Viola de buriti, Brasil