Quem visita uma igreja com órgão (de tubos) em geral vê apenas a bela fachada (montra) do instrumento. Mas uma das partes fundamentais, embora geralmente mais escondida do público, é a consola. É por vezes ornamentada com anjos, motivos florais e mesmo talha, dourada ou não. Há casos em que só se vê a consola quando as portados do órgão (de armário) se abrem. A sua complexidade e dimensão com o facto de instrumento ser um órgão portativo, positivo ou grande órgão.
A consola é a parte do instrumento que fica ao alcance do organista. Nela, o músico comanda um ou mais teclados manuais, puxa ou empurra botõezinhos de madeira, do lado esquerdo e do lado direito, para escolher certas filas de tubos do mesmo estilo, que se chamam registos. Há órgãos que têm uma proteção de madeira para resguardar as teclas do pó.
Nos órgãos modernos que a têm, a pedaleira é um teclado concebido para ser tocado com os pés. Aumenta significativamente o nível de exigência do organista e abre possibilidades ao repertório.
Os pedais, por vezes em forma de estribo, também chamados pisantes, ligam os sons como os cheios (mais estridentes) do órgão. São uma espécie de puxadores para os pés. Sem o organista tirar as mãos do teclado, pode mudar o tipo de som.
Na consola muitos organeiros deixam o seu nome e número de obra. Na estante, o organista coloca as partituras; e através do espelho vê, quando necessário, as indicações do diretor do coro e a assembleia.
Antigamente, havia castiçais mas as velas, além do risco de incêndio, escureciam as pinturas. Hoje usam-se lâmpadas funcionais e discretas.
A consola é uma espécie de painel de controlo de um instrumento rico e complexo ao qual muitos consideram o rei dos instrumentos.
António José Ferreira
23 de outubro de 2022
Consola do órgão histórico da Igreja de Santiago, Tavira, Portugal, créditos FIOA
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2022/10/tavira-santiago-orgao-consola-foa.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2022-10-23 19:14:132022-10-23 19:15:31Consola do Órgão
Triquelitraque ou zaquelitraque é um instrumento tradicional português comum na freguesia de Afife, Viana do Castelo, Portugal. Utilizado na altura do ano que antecede a tradicional “Serração da Velha”, é constituído por uma tábua de madeira e várias filas de martelos de madeira. O som do instrumento varia de acordo com a espessura da tábua e a quantidade de martelinhos. Supõe-se que terá pelo menos 200 anos. Luís São João tem ministrado aulas deste instrumento e contribuído para a criação do grupo de zaquelitraques de Afife.
Situa-se na categoria 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Idiofones de percussão
Instrumentos de altura indefinida
Instrumentos começados por t
Triquelitraque, Afife, Viana do Castelo, créditos NAIAA
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2022/01/triquelitraques-ft-naiaa.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2022-01-28 00:23:162022-09-07 17:39:54Triquelitraque, Portugal
Zaquelitraque ou triquelitraque é um instrumento tradicional português comum na freguesia de Afife, Viana do Castelo, Portugal. Utilizado na altura do ano que antecede a tradicional “Serração da Velha”, é constituído por uma tábua de madeira e várias filas de martelos de madeira. O som do instrumento varia de acordo com a espessura da tábua e a quantidade de martelinhos. Acredita-se que terá pelo menos 200 anos. Luís São João tem ministrado aulas deste instrumento e contribuído para a criação do grupo de zaquelitraques de Afife.
Situa-se na categoria 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Idiofones de percussão
Instrumentos de altura indefinida
Instrumentos começados por z
Zaquelitraque, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2022/01/viana-do-castelo-afife-zaquelitraques.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2022-01-28 00:15:422024-11-24 12:42:12Zaquelitraque, Portugal
Cavaco, ou Cavaquinho brasileiro, é um cordofone dedilhado do tipo alaúde. Chegou ao Brasil com os colonizadores portugueses. Tem origem conhecida no Minho, no norte de Portugal, tendo como seu primeiro nome Braga ou braguinha.
O Cavaco, também conhecido como Cavaquinho brasileiro, é um cordofone dedilhado da família dos alaúdes que ocupa um lugar central na música popular do Brasil. A sua história está intrinsecamente ligada à colonização portuguesa, sendo um legado musical trazido pelos navegadores e colonos.
As raízes do Cavaco remontam ao Minho, região pitoresca no norte de Portugal. Originalmente chamado Braga ou braguinha, este pequeno instrumento de cordas evoluiu e viajou através do Atlântico, encontrando um novo lar e uma rica tapeçaria de expressões musicais no Brasil.
Com a sua caixa de ressonância pequena e quatro cordas, o Cavaco possui um timbre brilhante e percussivo que o torna um elemento rítmico e melódico essencial em diversos géneros musicais brasileiros, como o samba, o choro e o pagode. A técnica de dedilhado, muitas vezes rápida e complexa, realça a sua versatilidade e capacidade de conduzir a harmonia e o ritmo de uma canção.
No Brasil, é muito utilizado em rodas de samba e choro e é popularmente conhecido como Cavaquinho, cavaco ou machete. A sua afinação é feita em Ré4 Si4 Sol4 Ré5.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
ETIQUETAS
Instrumentos tradicionais do Brasil
Instrumentos de corda dedilhada
Cordofones do tipo alaúde
Instrumentos começados por c
Cavaco, ou Cavaquinho brasileiro
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2021/11/cavaco-brasil.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2021-11-30 12:42:082025-05-03 20:17:12Cavaco, Brasil
O guitarrinho, guitarrinho de Coimbra ou bandurrinho é um cordofone dedilhado do tipo alaúde, fabricado nas oficinas portuguesas, bastante utilizado em tunas rurais e urbanas e ranchos/tocatas populares entre o século XIX e o primeiro quartel do século XX. Na década de 1960, quando a equipa liderada por Ernesto Veiga de Oliveira fez o primeiro grande mapeamento territorial, já estaria substancialmente caído em desuso, pois a sua referenciação é pouco palpável. O revivalismo musical vivido no após 1974 e gosto pelo património e pela salvaguarda não contribuiram de forma expressiva para a revivificação deste cordofone.
Em Coimbra, no após 1976, verificaram-se diversas alusões a este esquecido cordofone, mencionado pelos testemunhantes como “guitarrinho de Coimbra” em jornadas de património local. Foram localizados alguns exemplares em coleções particulares e devido às acções de sensibilização desenvolvidas por José Machado Lopes e Jorge Gomes foram produzidas as primeiras réplicas.
Guitarrinho ou bandurrinho
O construtor Adérito Marques, com oficina em Cantanhede, fez algumas das primeiras réplicas conhecidas, em colaboração com José Machado Lopes, ao tempo membro do grupo etnográfico da Pampilhosa. A afinação usada nestes modelos replicados é Sol/Sol/Si/Ré.
José Santos, com oficina em Coimbra, também construiu guitarrinhos com o apoio de Jorge Gomes. Posteriormente foram construídos exemplares em oficinas do Minho, e exibidos em feiras de artesanato, com a assinatura de António Faria Vieira (Felgueiras) e outros. Segundo João Vila, o guitarrinho foi introduzido nos últimos anos em diversos grupos de folclore da região de Coimbra, sendo disso exemplo Lorvão, Souselas, Bairro do Brinca, Hospitais da Universidade e GERC.
Fonte: Blogue Guitarra de Coimbra
A 31 de outubro de 2021, o Diário de Coimbra informava:
Praticamente extinto, o guitarrinho voltou ontem a ouvir-se em Coimbra, no Colégio da Graça, partilhando a sua história com outro instrumento que também andou desaparecido, a Viola toeira.
Guitarrinho Valente
Instrumentos Valente
Guitarrinho Valente, de gama Intermédia em Sapele tingido, baseado num guitarrinho dos Irmãos Antunes, violeiros do Porto do séc.XIX.
O guitarrinho foi construído especificamente para a Monstra Luthiers Asmusitec de 2024 no Conservatório de Música de Coimbra.
Tampo: Abeto dos Cárpatos
Fundo e ilhargas: Sapele tingido
Escala e cavalete: Ébano
Braço: Mogno
Sanefas: Ébano e Ácer
Roseta: Meia-espinha e fios de Sicomoro
Forra: Ébano
Marcações e pestana: Osso de vaca
Carrilhões: Graphtech
Acabamento: Nitro
Guitarrinho
Estaca Zero e o guitarrinho
Estaca Zero é um septeto de Coimbra, inspirado pelo trabalho da Associação Cultural Museu da Música de Coimbra de disseminação do guitarrinho. A ideia partiu de José Rebola – música que se propôs a compor repertório novo para este instrumento, e no processo acabou rodeado de seis outros músicos da região que falam a mesma linguagem, alguns deles também com ligações à Associação. Lançaram o seu single de estreia, “Música Prapular”, a 8 de janeiro de 2024.
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2021/11/guitarrinho-valente-2024.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2021-11-26 23:53:572024-11-24 13:23:39Guitarrinho, Portugal
A lira bizantina (em grego: λύρα; romaniz.: lyra; em latim: lira) é um instrumento musical de corda friccionada do Império Bizantino. É um ancestral dos instrumentos curvados europeus maiores, incluindo o violino. Na sua forma popular, foi um instrumento com forma de meia pera com três para cindo cordas, na posição vertical, que eram tocadas com a unha.
Restos de dois exemplares de liras bizantinas da Idade Média foram encontradas em escavações feitas Novgorod, um deles datado de 1190. A primeira descrição conhecida do instrumento em estojo de marfim bizantino (900-1100), preservado no Palácio de Podestà em Florença (Museu Nacional). Versões da lira bizantina ainda são tocadas na Grécia, República da Macedônia, Albânia, Sérvia, Bulgária, Croácia, Montenegro, Itália, Turquia e Creta, onde a lira é central para a música tradicional da ilha.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas em tensão.
A lira calabrese (lira calabresa) é um instrumento de corda friccionada característico da Calábria (região do sul de Itália). Organologicamente faz parte do grupo da chamada “lira bizantina”, instrumento com características muito semelhantes que se difundiu pelo Império Bizantino. A lira calabrese é tocada principalmente como um instrumento solo, mas também pode acompanhar danças tradicionais, como a tarantela calabresa. É comumente acompanhada pelo tamborim. A lira calabrese tem uma estrutura única, com um corpo em forma de caixa e várias cordas que são tocadas com um arco. A sonoridade do instrumento é suave e melódica, e sua música é considerada uma parte importante da cultura tradicional da Calábria.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas em tensão.
A caixa de guerra mirandesa é um instrumento de percussão tradicional composto por um tambor de metal, dois aros, dois arquilhos, corda e afinadores de corda ou tensores de metal, gancho de segurar correia, afinador de bordão, bordão de tripa e duas peles de cabrito. (Mirandrum)
Bibliografia/Discografia
Ritmos Tradicionais Mirandeses
Ritmos Tradicionais Mirandeses Caixa de guerra e bombo é uma obra da autoria de Alexandre Meirinhos e Rui Rodrigues, com traduções de Ana Maria Pimentel, Elisa de Lima e Luísa Soares (Inglês) | Duarte Martins. Inclui CD cuja gravação, mistura e masterização esteve a cargo de Emiliano Toste – Estúdio Toste, com Paulo Preto na gaita de fole Mirandesa, Alexandre Meirinhos, em caixa de guerra, e Paulo Meirinhos no bombo.
Caixa de guerra mirandesa, Mirandrum, Portugal
Afinador de caixa Mirandrum, Portugal
A caixa de guerra situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Membranofones percutidos
Instrumentos começados por c
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2021/11/miranda-do-douro-caixa-de-guerra-mirandesa.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2021-11-26 09:54:342024-11-25 21:36:01Caixa de guerra mirandesa
Tracanholas, ou trancanholas, é um idiofone percutidocomposto por duas tábuas de madeira, relativamente finas e duras. As duas peças são colocadas na mão sendo separadas pelo dedo médio, de forma a serem, através do pulso e num movimento ritmado, agitadas e percutidas. Podem ser feitas de diferentes madeiras ou matérias causando diferentes sons. (Mirandrum). A marca Mirandrum, de Miranda do Douro, Portugal, faz tracanholas de diversas madeiras: carrasco (azinheira), buxo, oliveira, granadilho e wengué (com fio em cabedal para se tornarem inseparáveis e bolsa em couro opcional, feita à mão).
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Instrumentos musicais de Miranda do Douro
Idiofones percutidos
Instrumentos começados por t
Tracanholas Mirandrum, de Mirando Douro, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2021/11/trancanholas-mirandrum.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2021-11-25 15:07:432024-12-14 23:37:18Tracanholas, Portugal
paulitos designa um idiofone percussivo constituído por dois paus em forma cilíndrica com cerca de 30-40 cm de comprimento e 3 cm de espessura, de madeira de carvalho ou freixo. A decoração consiste em gravações a ferro quente. Os paulitos são usados nas danças dos pauliteiros de Miranda do Douro e Mogadouro (Trás-os-Montes e Alto Douro).
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Instrumentos tradicionais de Miranda do Douro
Idiofones percutidos
Instrumentos de percussão de altura indefinida
Instrumentos começados por p
Pauliteiros, créditos CMMD
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2021/11/pauliteiros-de-miranda-do-douro-cmmd.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2021-11-19 10:22:472024-11-24 12:44:19Paulitos, Portugal