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Tag Archive for: instrumentos musicais da Europa

Europa

Hurdy gurdy

Hurdy gurdy, sanfona, ou viela de roda, é um cordofone originário da Idade Média. As suas cordas são calcadas por um disco giratório. Este instrumento chegou a ser utilizado no culto cristão em igrejas que não podiam ter órgão de tubos.

(No Brasil, sanfona designa um acordeão).

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.

ETIQUETAS

  • Família das sanfonas
  • Instrumentos começados por h
Hurdy gurdy

Hurdy gurdy

https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/hurdy-gurdy_europa.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-04-01 14:53:262025-01-21 10:13:56Hurdy gurdy
Europa, Instrumentário

Mandora

Mandora, ou mandore, é um alaúde europeu do século XVIII.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da Europa
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Família dos alaúdes
  • Instrumentos começados por m
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/mandora.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-28 23:26:152022-06-09 15:29:33Mandora
Europa

Cello

Cello, termo inglês para violoncelo, designa um cordofone de arco da orquestra tocado entre os joelhos na vertical, maior do que o violino e a Viola de arco embora tenha uma forma semelhante. Remonta ao século XVI, sendo o italiano Andrea Amati um dos primeiros construtores conhecidos, tendo feito em 1572 o “King Amati”.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos cordofones tipo alaúde, as cordas, paralelas, estão esticadas ao longo de um braço preso na caixa de ressonância no extremo oposto.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da orquestra
  • Cordofones de arco
  • Instrumentos de corda friccionada
  • Instrumentos começados por c
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/cello.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-28 20:25:512022-06-09 15:32:18Cello
Europa

Shawm

Shawm é um aerofone de palheta dupla originário da Europa, fabricado desde o século XII até à atualidade e precursor do oboé.
É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
ETIQUETAS
  • Aerofones de palheta dupla
  • Família dos oboés
  • Instrumentos começados por s
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/shawm.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-28 19:50:212022-06-09 15:35:05Shawm
Europa

Bassoon

Bassoon, termo inglês para fagote, é um instrumento de sopro de palheta dupla da secção de madeiras da orquestra.
É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
ETIQUETAS
  • Aerofones de palheta dupla
  • Instrumentos de sopro de madeira
  • Instrumentos da orquestra
  • Instrumentos começados por b
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/bassoon_aaron-pergram.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-28 19:42:482022-06-09 15:35:29Bassoon
Europa

Viola d’amore, Itália

Viola d’amore é um instrumento de arco utilizado especialmente nos séculos XVII e XVIII, que apareceu em Salzburgo e se propagou a regiões da Alemanha e, mais tarde, Itália. É dotado de catorze cordas, sete friccionadas e tocando as outras por simpatia.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais de Itália
  • Instrumentos de corda friccionada
  • Cordofones de arco
  • Instrumentos começados por v
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/viola-d-amore.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-28 17:29:442022-06-09 15:38:30Viola d’amore, Itália
Europa

Teorba

Teorba ou tiorba, alaúde baixo, é um cordofone que surgiu na Idade Média e gozou de grande popularidade na Europa. Na família há vários instrumentos similares com uma caixa de tarraxas: liuto attiorbato (Itália), théorbe des pièces (França), theorbo (Inglaterra), arquialaúde e alaúde barroco alemão. De tamanho maior que o alaúde, a tiorba possui uma caixa de ressonância mais profunda. Tem cordas duplas tocadas com técnica de dedilhado. Foi utilizado principalmente para acompanhamento de canto e música instrumental na música barroca.

A origem do nome “tiorba” ainda não foi explicada de maneira satisfatória. Uma hipótese é que sua origem esteja relacionada à língua eslava ou turca, provindo do vocábulo “torba”, que significa “bolsa” ou “turbante”.

As tiorbas desenvolveram-se no final do século XVI, inspiradas pela demanda por uma ampla faixa de graves a ser usada pela Camerata Florentina e novos trabalhos musicais baseados no baixo contínuo. Os músicos adaptaram alaúdes baixos (com cordas com cerca de 80 cm ou mais de comprimento) com uma extensão de braço para caber cordas graves abertas (isto é, soltas), chamadas diapasões ou bordões.

A tiorba era geralmente tocada juntamente com um órgão na execução do baixo contínuo. Na Itália, os mais célebres instrumentistas e compositores foram Giovanni Girolamo Kapsberger e Alessandro Piccinini. A teorba era apreciada na França, onde foi utilizada tanto em orquestras quanto em música de câmara, até à segunda metade do século XVIII.

A teorba comporta dois tipos de cordas. O pequeno conjunto é o registo musical normal do alaúde. Ele compõe-se geralmente de seis cordas simples, longas e finas, de tripa, que se amarram sobre o primeiro cravelhame e que passam por cima do ponto de toque, permitindo a modificação da altura dos sons com os dedos da mão esquerda.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.

ETIQUETAS

  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Família dos alaúdes
  • Instrumentos começados por t
Teorba, Anton Birula

Teorba, Anton Birula

https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/teorba-anton-birula.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-26 15:39:442024-03-20 12:19:36Teorba
Instrumentário

Saxofone

Saxofone é um instrumento de sopro transpositor, da família das madeiras, com palheta batente simples heteroglote de cana (arundo donax) ou plástico e corpo cónico (ou parabólico) de metal (latão, ou ainda cobre, bronze ou prata), com vinte e dois a vinte quatro grandes orifícios e dois pequenos orifícios de registo, cobertos por chaves. Aerofone da sub-categoria dos clarinetes, o saxofone distingue-se daquele instrumento pela construção do corpo em cone ou em formato parabólico – por conseguinte, um tubo aberto, que possibilita a execução, para uma específica digitação, da fundamental e dos harmónicos pares e ímpares. Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
Inventado por volta de 1840 pelo construtor de ascendência belga Adolphe Sax, que na época se havia especializado, com seu pai, Charles-Adolph, na construção e melhoramento de instrumentos da família dos metais, o saxofone combina a aplicação de uma palheta simples batente de um clarinete ao corpo cónico de um oficleide baixo – instrumento de vibração labial, de bocal, com corpo em metal com a morfologia típica do fagote e com orifícios, cobertos por chaves, destinado à execução das linhas melódicas graves – com um sistema misto de dedilhação, em botões fixos sobre as cápsulas que cobrem os orifícios, ou em chaves montadas em sistema Boehm, sobre eixos (e com figuração da flauta doce ou transversal). Óbvias as afinidades e os fins do novo instrumento, Adolphe Sax denominou-o inicialmente como “ophicleide à bec (“oficleide com boquilha”), intitulando-o, na Segunda Exibição Industrial de Bruxelas (1841), “saxophone basse en cuivre”, designação tomada e popularizada por Berlioz na descrição redigida em Junho de 1842. Fabricado correntemente em diversas tipologias – sopranino, soprano, alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo -, a família dos saxofones é construída em duas ou três partes: boquilha com palheta e braçadeira; tudel, com bordo em cortiça para correcção da afinação (por movimento da boquilha) e corpo, sendo a sua morfologia caracterizada pela formato cónico, retílínio do tubo nos modelos de menor dimensão, pela curva em U na última parte do tubo e campânula projectada para a frente (adoptada em todas as tipologias acima descritas) ou ainda pelo loop na parte superior do tubo, nos modelos de maior dimensão. Findo o período de quinze anos da patente e da extensão de cinco anos obtidas por Adolphe Sax em 1846, outros construtores franceses iniciaram a construção de saxofones, oferecendo diversos melhoramentos, de entre as quais merecem particular menção a adopção do sistema de Boehm (para a mão esquerda) por Paul Goumas em 1875 e a introdução de chaves de registo automáticas e de rolamentos nas chaves correspondentes aos dedos mínimos por Lecomte em 1888. Fonte: Museu das Bandas Filarmónicas, Região Autónoma da Madeira
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/saxofone-carlos-canhoto-tocando.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-25 23:22:062022-06-09 16:01:18Saxofone
Europa

Trompa de harmonia

A trompa teve a sua origem no olifante e no shofar dos hebreus, instrumentos ainda em uso nas cerimónias ligadas ao Ano Novo judeu e à Festa da Expiação. Além dos egípcios e hebreus, também os gregos fizeram uso do shofar e do Kegos (trompa) para anunciar ao povo as suas reuniões religiosas e profanas. A trompa de metal foi construída por volta de 1400 e tornou-se um instrumento muito utilizado em França até ao reinado de Luís XV, tendo neste país encontrado a sua grande expansão. Daí que os ingleses lhe tenham chamado french horn (trompa francesa). Ao longo dos tempos, a trompa foi sofrendo várias modificações, a começar pelo nome: trompa de caça, trompa lisa ou de mão, trompa cromática ou de pistões, trompa de harmonia, como hoje é conhecida, ou simplesmente trompa.

Trompa de harmonia

Trompa de harmonia

Na imagem

Trompa de harmonia do Museu Nacional da Música, construída por Marcel-Auguste Raoux em 1835, encomenda de Joaquim Pedro Quintela (1801-1869), 2.º barão de Quintela e 1.º conde de Farrobo, próspero negociante e abastado proprietário que pôs uma boa parte da sua fortuna ao serviço da música. A grande quantidade de festas promovidas por Joaquim Pedro Quintela, conde de Farrobo, no Teatro Thalia, do qual era proprietário, deu origem à expressão “farrobodó”, cujo uso corrente é “forrobodó”.

https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/trompa-de-harmonia.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-25 16:24:362023-10-06 21:59:03Trompa de harmonia
Instrumentário

Corne inglês

Corne inglês (cor anglais, em Francês, english horn, em Inglês) é um aerofone de madeira de palheta dupla da família do oboé. Embora seja maior e mais grave que o oboé, a dedilhação é igual. Como acontece com o fagote e alguns tipos de saxofone, o instrumentista usa uma alça no pescoço para apoiar o suporte. Bastante parecido com o oboé, possui uma palheta dupla menor e um tubo que se alarga em forma de cone. Esta característica dá ao corne inglês um som mais suave, melancólico e com um timbre distinto. É amplamente utilizado em orquestras e também pode ser encontrado em algumas bandas de música ou grupamentos de câmara.

É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
Corne inglês, aerofone de palheta dupla

Corne inglês, aerofone de palheta dupla

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  • Aerofones de palheta dupla
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https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/corne-ingles-english-horn.jpeg 400 400 António Ferreira http://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpg António Ferreira2020-03-25 16:05:342023-10-06 22:11:00Corne inglês
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E-mail:
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