grilinho é um pequeno idiofone tradicional da Ilha da Madeira muito utilizado por ranchos folclóricos. Começou por ser um brinquedo sonoro feito de casca de noz pelos pais para as crianças. Passou depois a ser feito de tronco de canavieira. Cortado ao meio, mele se corta uma abertura e se fixa de modo flexível uma palheta da mesma cana. O som é produzido pela palheta que se pressiona e solta batendo na extremidade oposta.
Aparece no Continente português com o nome de cartaxo ou cartaxinho.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Fídula, palavra de origem italiana, designa um cordofone antigo em registo grave. Aparece também com os nomes de fiddle, lyra, lira e geige (alemão). Juntamente com a rabeca era, na Idade Média, o instrumento mais popular.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Vihuela, ou Viola de mão,é um cordofone que surgiu no Reino de Aragão, atual Espanha, no século XV, tendo-se o seu uso generalizado à Península Ibérica. Hoje em dia, vihuela é um instrumento popular na América Central.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
flauta pastoril é um instrumento de sopro de formato tubular feito de cana, com três orifícios e tocada por uma só mão sendo que a outra mão toca um pequeno membranofone chamado tamboril.
ETIQUETAS
Instrumentos de sopro
Instrumentos tradicionais de Portugal
[ Instrumentos musicais de Portugal ]
Reciclanda, música e instrumentos sustentáveis
O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.
Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança, o bem estar dos seniores e a capacitação de profissionais.
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https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/flauta-pastoril_creditos-paulo-augusto-patoleia-olhares.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-26 15:46:072024-11-12 11:15:38Flauta pastoril, Portugal
Tantã (o mesmo que rebolo, tantan, ou tan tan) é um membranofone de percussão direta tradicional do Brasil. Tem forma cilíndrica (modelo que mais parece um tambor), ou afunilado na ponta (mais parecido com um atabaque). O corpo é de madeira ou alumínio. Em uma das extremidades usa-se uma pele que pode ser de animal ou polyester (napa). Existem vários calibres, fazendo com que o seu som varie do mais agudo ao mais grave. É utilizado para dar a marcação rítmica na música e muito importante no samba. O instrumentista serve-se das mãos para tocar, não se exigindo baquetas. Uma das mãos toca a pele do instrumento e a outra o corpo.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais do Brasil
tambores percutidos
Instrumentos começados por t
Tantã, Brasil
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/tanta_brasil.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-26 15:47:392024-11-25 21:06:49Tantã, Brasil
Maraca, maracá, bapo, maracaxá ou xuatê é um idiofone de agitamento, constituído por um recipiente de formato variável que pode ser de cartão, plástico ou cabaça, contendo sementes secas, grãos, arroz, areia ou outro material.
No Brasil, o maracá é um instrumento musical de percussão semelhante à maraca, idiofone de agitamento que contém sementes ou pedrinhas em seu interior. Ele é muito utilizado em rituais religiosos e festas populares no Brasil, principalmente em manifestações culturais de origem indígena. O maracá é feito a partir de uma cabaça seca e oca, preenchida com sementes ou pedrinhas e depois selada. O instrumento é tocado agitando-o para frente e para trás, produzindo um som característico.
Mirlitão é uma designação que abrande um conjunto de instrumentos e brinquedos sonoros em que uma membrana vibra por simpatia, ampliando e distorcendo os sons produzidos pela voz. O mirlitão é um instrumento de sopro que adiciona um timbre de zumbido à voz do instrumentista quando vocaliza no instrumento.
Mirlitão, em Português
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/mirlitao-kazoo.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-26 15:33:082024-11-24 13:08:50Mirlitão, Portugal
Ferrinhos é o termo popular para “triângulo”, idiofone metálico de percussão direta que hoje faz parte da secção de percussão da orquestra. Consiste num ferro em forma triangular, aberto, no qual se bate com um pequeno ferro em forma cilíndrica (batente). Suspenso de um fio e, enquanto uma mão sustenta o triângulo, a outra faz a percussão batendo e pondo o corpo em vibração.
Por vezes, o corpo do instrumento termina com duas argolas no vértice superior e o batente é achatado e termina em argola também.
É muito utilizado em grupos de música tradicional e integra a tocata de ranchos folclóricos.
Tem-se conhecimento do instrumento desde o século XIV.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido de altura indefinida. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais de Portugal
Idiofones percutidos
Instrumentos de percussão de altura indefinida
Instrumentos começados por f
Ferrinhos, Portugal
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/ferrinhos.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-26 15:27:512024-11-24 12:42:59Ferrinhos, Portugal
Triângulo é um idiofone metálico de percussão direta que hoje faz parte da secção de percussão da orquestra. Também chamado “ferrinhos” na música tradicional, possui um som brilhante.
Consiste num ferro em forma triangular, aberto, no qual se bate com um pequeno ferro fino em forma cilíndrica, o batente. É suspenso de uma fio e, enquanto uma mão sustenta o triângulo, a outra faz a percussão. Feito de pouca coisa, exige rigor rítmico e tem um encanto discreto, amplificado por um timbre cintilante fácil de identificar.
Tem-se conhecimento da utilização do triângulo desde o século XIV mas na orquestra a sua utilização remonta ao século XVIII. É utilizado para acompanhar as tarantelas e saltarelas, danças italianas, e continua as ser muito frequente nos ranchos folclóricos portugueses, sendo também utilizado por bandas filarmónicas.
Fonte: Diapason
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica.
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Instrumentos tradicionais de Portugal
Instrumentos de percussão de altura indefinida
Idiofones portugueses de percussão
Instrumentos começados por t
Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável
Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/03/triangulo_valdir-santos.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-03-26 15:22:382024-11-24 13:44:24Triângulo, Portugal
Teorba ou tiorba, alaúde baixo, é um cordofone que surgiu na Idade Média e gozou de grande popularidade na Europa. Na família há vários instrumentos similares com uma caixa de tarraxas: liuto attiorbato (Itália), théorbe des pièces (França), theorbo (Inglaterra), arquialaúde e alaúde barroco alemão. De tamanho maior que o alaúde, a tiorba possui uma caixa de ressonância mais profunda. Tem cordas duplas tocadas com técnica de dedilhado. Foi utilizado principalmente para acompanhamento de canto e música instrumental na música barroca.
A origem do nome “tiorba” ainda não foi explicada de maneira satisfatória. Uma hipótese é que sua origem esteja relacionada à língua eslava ou turca, provindo do vocábulo “torba”, que significa “bolsa” ou “turbante”.
As tiorbas desenvolveram-se no final do século XVI, inspiradas pela demanda por uma ampla faixa de graves a ser usada pela Camerata Florentina e novos trabalhos musicais baseados no baixo contínuo. Os músicos adaptaram alaúdes baixos (com cordas com cerca de 80 cm ou mais de comprimento) com uma extensão de braço para caber cordas graves abertas (isto é, soltas), chamadas diapasões ou bordões.
A tiorba era geralmente tocada juntamente com um órgão na execução do baixo contínuo. Na Itália, os mais célebres instrumentistas e compositores foram Giovanni Girolamo Kapsberger e Alessandro Piccinini. A teorba era apreciada na França, onde foi utilizada tanto em orquestras quanto em música de câmara, até à segunda metade do século XVIII.
A teorba comporta dois tipos de cordas. O pequeno conjunto é o registo musical normal do alaúde. Ele compõe-se geralmente de seis cordas simples, longas e finas, de tripa, que se amarram sobre o primeiro cravelhame e que passam por cima do ponto de toque, permitindo a modificação da altura dos sons com os dedos da mão esquerda.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.