Quijongo é um arco musical utilizado por povos indígenas da Nicarágua e Costa Rica. Instrumento de corda percutida, é feito de um pau de madeira flexível em forma de arco com uma cabaça que funciona como caixa de ressonância. Toca-se percutindo com uma vareta na corda. Mudando a forma de colocar os dedos na abertura da cabaça enquanto se toca, vai-se alterando o som. Uma cabaça, fixada ao arco, serve como caixa de ressonância, amplificando o som produzido pela vibração da corda.

Drimba, harpa de boca, Roménia

Quijongo, Costa Rica e Nicarágua

A sonoridade única do Quijongo é criada ao percutir a corda com uma pequena vareta. O músico modula o som e a altura das notas alterando a abertura da cabaça com os dedos da mão que não segura a vareta. Ao pressionar ou libertar parcialmente o orifício da cabaça, diferentes ressonâncias são produzidas, permitindo uma variedade surpreendente de timbres e notas a partir de uma única corda.

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  • Instrumentos musicais da Costa Rica
  • Instrumentos da América Central
  • Arcos musicais
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Ramwong é um membranofone tradicional da Tailândia, desempenhando um papel crucial no acompanhamento das danças folclóricas que partilham o mesmo nome, “ram wong”, que significa “dança em círculo”. Este tambor de mão possui um corpo cilíndrico curto, geralmente feito de madeira, com duas peles esticadas nas extremidades, fixadas por cordas ou aros. O seu tamanho compacto torna-o portátil e ideal para ser tocado enquanto os músicos se movem com os dançarinos.

A sonoridade do ramwong é produzida pela percussão das peles com as mãos, utilizando uma variedade de golpes que criam ritmos distintos e animados. A técnica de execução pode variar, mas geralmente envolve o uso das palmas e dos dedos para produzir diferentes tons e intensidades, marcando o compasso e acentuando os movimentos da dança. A sua sonoridade contribui para a atmosfera festiva e comunitária das celebrações tailandesas.

Como acompanhamento da dança ram wong, o tambor ajuda a guiar os movimentos circulares dos dançarinos, que seguem um conjunto de gestos graciosos e coordenados. A música e a dança ram wong são elementos importantes da cultura tailandesa, frequentemente presentes em festivais, cerimónias e eventos sociais, promovendo a união e a alegria da comunidade. 

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida. 

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Tailândia
  • Instrumentos musicais da Ásia
  • tambores percutidos
  • tambores em forma de barril
  • Instrumentos começados por r
Ramwong, bimembranofone, Tailândia

Ramwong, bimembranofone, Tailândia

A Schäferpfeife (do alemão) é um instrumento musical que pertence à família das gaitas de fole.

É originária da Alemanha e tem um som forte e característico. A sua sonoridade geralmente é descrita como melódica e pastoril, o que a torna popular entre os músicos folclóricos e tradicionais. consiste em um fole, tubos melódicos e uma palheta dupla, que produzem um som através do sopro do músico. 

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Alemanha
  • Instrumentos sopro de palheta
  • Gaitas de fole
  • Instrumentos começados por s
Schäferpfeife

Schäferpfeife

Dahola, também conhecido pelos nomes de darbuka ou doumbeck, é um membranofone de origem milenar no Médio Oriente. Este instrumento de percussão em forma de cálice é um elemento fundamental na música tradicional de diversos países do Médio Oriente, do Norte de África e dos Balcãs, carregando uma rica história cultural.

A sua construção consiste num corpo único, tradicionalmente feito de barro, madeira ou metal, com uma extremidade mais larga e aberta e outra mais estreita, onde é esticada uma pele, geralmente de cabra, peixe ou, modernamente, materiais sintéticos. A forma do corpo atua como uma caixa de ressonância, amplificando o som produzido pela percussão da pele.

O dahola é tocado principalmente com as mãos, utilizando uma variedade de golpes que produzem diferentes sons e ritmos. Os dois sons fundamentais são o “doum”, um som grave e ressonante produzido ao golpear o centro da pele com a mão inteira, e o “tek”, um som agudo e estalado obtido ao golpear a borda da pele com os dedos. A combinação destes e de outros golpes mais complexos permite aos percussionistas criar padrões rítmicos intrincados e dinâmicos.

ETIQUETAS

  • tambores em forma de cálice
  • Membranofones do Médio Oriente
Dohola, ou darbuka

Dohola, ou darbuka

Dan nguyet, que significa literalmente “alaúde da lua” em vietnamita, é um cordofone tradicional do Vietname, reconhecível pelo seu corpo distintamente circular e pelo seu longo braço que sustenta apenas duas cordas. Esta forma confere-lhe uma estética elegante e contribui para a sua sonoridade característica.

O corpo circular, geralmente de madeira, possui uma caixa de ressonância coberta por uma pele esticada, tradicionalmente de cobra ou, mais modernamente, de couro ou materiais sintéticos. O braço longo, também de madeira, é desprovido de trastos, exigindo do músico uma precisão apurada na digitação para obter as notas desejadas. As duas cordas, tradicionalmente de seda e hoje em dia frequentemente de metal, são afinadas numa relação de quinta justa, o que permite a execução de melodias e acompanhamentos com uma sonoridade brilhante e ressonante.

O dan nguyet é um instrumento versátil que desempenha um papel importante em diversos géneros musicais vietnamitas, desde a música folclórica e tradicional até formas mais clássicas e contemporâneas. É frequentemente utilizado em agrupamentos, acompanhando cantores e outros instrumentos, e também pode ser tocado a solo, demonstrando a sua capacidade expressiva e melódica. 

Situa-se no índice 31 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (cordofones simples, compostos de cordas esticadas em um suporte) com caixa de ressonância, neste caso.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais do Vietname
  • Instrumentos musicais da Ásia
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Instrumentos começados por d
Dan nguyet, Vietname

Dan nguyet, Vietname

Kanun, qanun ou ganoun, é um instrumento de corda tradicional do Egito e da Síria. Qanun é um instrumento de corda originário do século X, da região de Farab, no atual Irão, e tradicional no Médio Oriente, com diferentes nomes: kanun, kanoon, kanoun, quanoon, qanoun.

O nome vem da palavra grega “κανών”, que significava “regra”.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Síria
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Instrumentos começados por k
Kanun, Maya Youssef, Síria

Kanun, Maya Youssef, Síria

Qanun, kanun ou ganoun, é um instrumento de corda tradicional do Egito, Síria e Arábia Saudita. Qanun é um instrumento de corda originário do século X, da região de Farab, no atual Irão, e tradicional na Síria e no Médio Oriente, com diferentes nomes: kanun, kanoon, kanoun, quanoon, qanoun.

O nome vem da palavra grega “κανών”, que significava “regra”. Faz parte do tradicional agrupamento árabe conhecido por takht, que inclui quatro instrumentos melódicos (oud, nay, qanun e violino) e um instrumento de percussão (riq, ou a tabla).

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Síria
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Instrumentos começados por q
Qanun, Maya Youssef, Síria

Qanun, Maya Youssef, Síria

Mondol, também grafado mandole ou mandol, é um instrumento de corda dedilhada originário da Argélia e amplamente utilizado no Norte de África. Caracteriza-se pelo seu corpo em forma de lágrima, semelhante ao alaúde ou à Bandolim, mas geralmente maior. Distingue-se principalmente pelo número de cordas, que varia entre oito, dez ou doze, dispostas em ordens duplas, tal como a Bandolim.

Estas ordens duplas de cordas são afinadas em uníssono ou em oitavas, proporcionando um som rico e encorpado. O braço do mandole é trastejado, permitindo a execução de melodias e acordes com clareza e precisão. Tradicionalmente, as cordas eram feitas de tripa, mas atualmente são mais comuns as cordas de metal.

O mandole desempenha um papel crucial na música folclórica e popular do Norte de África, acompanhando frequentemente cantores e outros instrumentos. É um elemento essencial em diversos géneros musicais da região, contribuindo com a sua sonoridade distintiva para a identidade musical local. A sua construção e afinação podem variar ligeiramente entre diferentes regiões e tradições musicais dentro do Norte de África, refletindo a diversidade cultural da área. 

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais do Norte de África
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Cordofones do tipo alaúde
  • Instrumentos começados por m
Mondol, mandole, Argélia

Mondol, mandole, Argélia

Mandol, mandol ou mondol, é um instrumento de corda dedilhada da Argélia e amplamente utilizado no Norte de África. Tem corpo em forma de lágrima, semelhante ao alaúde ou à Bandolim, mas maior. Distingue-se principalmente pelo número de cordas, que varia entre oito, dez ou doze, dispostas em ordens duplas, tal como a Bandolim.

Estas ordens duplas de cordas são afinadas em uníssono ou em oitavas, proporcionando um som rico e encorpado. O braço do mandole é trastejado, permitindo a execução de melodias e acordes com clareza e precisão. Tradicionalmente, as cordas eram feitas de tripa, mas atualmente são mais comuns as cordas de metal.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Argélia
  • cordofones do tipo alaúde
  • Instrumentos começados por m
Mandol, mandole

Mandol, mandole

Mandole, também conhecido como mandol ou mondol, é um instrumento de corda dedilhada originário da Argélia e amplamente utilizado no Norte de África. Caracteriza-se pelo seu corpo em forma de lágrima, semelhante ao alaúde ou à Bandolim, mas geralmente maior. Distingue-se principalmente pelo número de cordas, que varia entre oito, dez ou doze, dispostas em ordens duplas, tal como a Bandolim.

Estas ordens duplas de cordas são afinadas em uníssono ou em oitavas, proporcionando um som rico e encorpado. O braço do mandole é trastejado, permitindo a execução de melodias e acordes com clareza e precisão. Tradicionalmente, as cordas eram feitas de tripa, mas atualmente são mais comuns as cordas de metal.

O mandole desempenha um papel crucial na música folclórica e popular do Norte de África, acompanhando frequentemente cantores e outros instrumentos. É um elemento essencial em diversos géneros musicais da região, contribuindo com a sua sonoridade distintiva para a identidade musical local. A sua construção e afinação podem variar ligeiramente entre diferentes regiões e tradições musicais dentro do Norte de África, refletindo a diversidade cultural da área. 

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Argélia
  • Cordofones do tipo alaúde
  • Instrumentos começados por m
Mandole, Argélia

Mandole, Argélia