Namunjoloba é um membranofone em forma de vaso tradicional do Uganda.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Baakisimba é um membranofone em forma de vaso tradicional do Uganda, da tribo Buganda, a maior do país. o povo Baganda situa-se no sul do Uganda. É tradicionalmente feito de madeira, embora atualmente possam ser encontrados feitos de outros materiais, como fibra de vidro.
O baakisimba tem um corpo cilíndrico com uma abertura estreita na extremidade inferior e uma abertura maior na extremidade superior. A membrana é esticada sobre a abertura maior, geralmente feita de pele de animal esticada e amarrada na borda. Essa membrana pode ser afinada para produzir diferentes tons, permitindo que o instrumento toque diferentes notas musicais.
Para tocar o baakisimba, o músico bate na membrana com as mãos ou com baquetas para produzir sons ritmados. É comumente usado em cerimónias tradicionais, rituais culturais e apresentações de danças tradicionais buganda, como a dança Baakisimba, da qual o instrumento recebe o nome.
O baakisimba é considerado um importante símbolo da identidade cultural da tribo Buganda e é valorizado por seu papel na música e na dança tradicional. Ele desempenha um papel central nas cerimónias importantes, como casamentos, coroações reais e festivais tradicionais.
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Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Nay (também chamado ney, nye, nai) é um aerofone típico do Médio Oriente. Surgiu no Egito antigo onde se tornou comum. O termo ney em persa significa “cana”, e é o material de que é costume ser feito. Tem seis orifícios digitadores na parte da frente, e um na parte de trás. Faz parte do tradicional agrupamento arábico conhecido por takht, que inclui quatro instrumentos melódicos (oud, nay, qanun e violino) e um instrumento de percussão (riq, ou a tabla).
O nay é um instrumento de sopro feito tradicionalmente de cana, embora também possa ser feito de metal ou madeira. É tocado soprando diretamente na extremidade do instrumento, sem palheta como em outros instrumentos de sopro.
O nay é geralmente utilizado para tocar música árabe e persa, mas também pode ser encontrado em outros géneros musicais, como música turca e até mesmo em alguns estilos de música jazz. É considerado um instrumento de destaque nas interpretações de música clássica árabe.
A técnica de tocar o nay envolve o uso de diferentes dedos para cobrir os orifícios na parte dianteira do instrumento, enquanto o orifício traseiro é usado para controlar a altura do som. Dessa forma, é possível produzir uma ampla variedade de notas musicais.
O nay tem uma sonoridade distinta e suave, característica da música do Médio Oriente. É muitas vezes usado para evocar um ambiente calmo e sereno, sendo considerado um símbolo de paz e espiritualidade.
Charango manguerito ou charanguito manguero é uma variante do charango criada por Ernesto Cavour em La Paz, na Bolívia, com 7 cordas de nylon em cinco ordens. Além do charango manguerito, existem diversas outras variantes do charango, como o charango andino, o charango chillador e o charango ronroco. Cada uma dessas variantes possui diferenças em termos de tamanho, número de cordas e afinação.
O charango é utilizado em diferentes géneros musicais, como a música folclórica boliviana, o tango argentino e até mesmo em alguns estilos de música contemporânea.
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Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Sangban é o tambor médio de um conjunto de três tambores tradicionais da África Ocidental, o djun-djun. É tocado com duas baquetas e possui um som médio, que complementa os outros dois tambores do conjunto Djun-Djun. O conjunto Djun-Djun é composto por três tambores: o Kenkeni (o menor), o Sangban (o médio) e o Dundunba (o maior). São tradicionalmente feitos de madeira e couro de cabra, e cada um tem um tamanho e afinação diferentes. Juntos, esses tambores formam a base rítmica da música africana, criando batidas fortes e uma atmosfera muito animada.
O Sangban tem um papel especial no conjunto Djun-Djun. Ele normalmente toca o padrão rítmico básico, fornecendo uma linha de baixo e estabelecendo o groove da música. Enquanto o Kenkeni toca os golpes mais agudos e rápidos e o Dundunba adiciona os graves mais profundos, o Sangban fica no meio, mantendo o ritmo e dando sustentação à música.
Além disso, o Sangban é conhecido por suas características sonoras distintas. Ele produz um som profundo e ressonante, que pode ser ouvido claramente mesmo em meio a outros instrumentos. Também é comum que seja decorado com sinos e anéis de metal, que adicionam um toque de brilho ao seu som.
A música tradicional africana é muito rica e diversa, e os tambores Djun-Djun desempenham um papel fundamental em sua expressão. Eles são usados em uma variedade de contextos, desde festivais e cerimônias tradicionais até apresentações modernas de música africana.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais da África Ocidental
tambores percutidos
tambores em forma de cilindro
tambores bimembranofones
Instrumentos começados por s
Sangban, bimembranofone cilíndrico, Mali
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/sangban-bimembranofone-cilindrico-mali.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-24 22:42:592025-04-21 16:49:01Sangban, Mali
Tabalet é um bimembranofone cilíndrico percutido com baqueta, típico de Valência, Espanha. Possui uma corda que permite ajustar a tensão dos tambores. É tocado com uma baqueta, em geral feita de madeira, utilizada para bater no tambor principal.
Esse instrumento é amplamente utilizado em tradições valencianas, principalmente na música tradicional e nas festas populares, como as famosas Fallas de Valência. O tabalet costuma ser tocado em conjunto com a dolçaina, um tipo de flauta típica da região, formando assim um conjunto tradicional conhecido como “grup de dolçaina i tabalet”.
Além disso, o tabalet também pode ser encontrado em outros estilos musicais, como no jazz e na música contemporânea, sendo utilizado em diferentes contextos e formações musicais.
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Trong com é um tambor bimembranofone em forma de barril tradicional do Vietname, amplamente utilizado na música folclórica do país. Ele também é conhecido como “barrel drum”, devido à sua forma de barril.
O instrumento é feito de madeira de qualidade, normalmente do pau-rosa vietnamita, e possui duas membranas de pele de cabra esticadas em ambas as extremidades. As membranas são fixadas através de cordas de couro entrelaçadas que envolvem a circunferência do tambor.
O trong com é tocado com as mãos e os dedos. Os músicos tradicionalmente usam o dedo indicador e o polegar para tocar o instrumento, produzindo sons variados ao bater nas membranas. Dependendo de como o tambor é acionado, ele pode produzir tons distintos e diferentes efeitos.
Além de ser utilizado na música folclórica, o trong com também é um instrumento significativo em festivais tradicionais e cerimónias religiosas vietnamitas. É um dos instrumentos principais de muitos grupos de música tradicionais e é frequentemente acompanhado por outros instrumentos de percussão e cordas, como o dan nguyet e o dan tam.
O trong com não só é valorizado pela sua sonoridade única, mas também pela importância cultural e histórica para o povo vietnamita. É uma peça central nas apresentações musicais tradicionais e continua a ser transmitido de geração em geração como uma parte essencial da herança musical vietnamita.
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Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Trong chau é um tambor tradicional do Vietname utilizado no acompanhamento de cantares e músicas tradicionais no país. É um instrumento de percussão de grandes dimensões, geralmente feito de madeira e couro de búfalo.
O tambor tem uma forma cilíndrica com uma pele esticada em ambos os lados. Geralmente, uma das peles é ligeiramente mais fina do que a outra, o que permite produzir diferentes sons. A pele mais fina é tocada com as mãos, enquanto a pele mais grossa é tocada com uma baqueta de madeira.
O Trong chau é tocado com uma técnica específica, onde os músicos atingem as peles com diferentes graus de força e velocidade para produzir uma ampla gama de ritmos e sons. É notável pela sua sonoridade distintiva, considerada vibrante e rítmica.
Este tambor é usado para acompanhar uma variedade de géneros musicais, como música folclórica, ópera tradicional vietnamita e cânticos populares. Na música tradicional, o Trong chau geralmente é combinado com outros instrumentos musicais vietnamitas, como o dan nhi (um instrumento de cordas) e a bamboo flute (flauta de bambu).
O Trong chau desempenha um papel importante na música tradicional vietnamita, ajudando a dar ritmo e energia às apresentações. É apreciado tanto pelos músicos quanto pelo público, sendo uma parte fundamental da cultura musical do Vietname.
O termo “dob” é usado na Hungria para se referir a diferentes tipos de tambores. É um instrumento de percussão muito popular na cultura húngara.
Por exemplo, o “dobos-kürtőskalács” é uma sobremesa tradicional húngara que se assemelha a um rolo doce em formato de tambor. Há também o “dobos-torta”, um bolo em camadas coberto com caramelo crocante em forma de tambor.
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Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Gytarah barbaryeh é um cordofone dedilhado, também escrito kissar ou kissir, antiga lira da Núbia, ainda em uso no Egito e Abissínia. O corpo consiste numa tigela rasa e redonda de madeira, coberta com uma caixa de ressonância de pele de carneiro com três orifícios redondos. Geralmente possui três cordas afinadas em quintas, que são tocadas com os dedos ou com uma palheta. A sua sonoridade é suave e melódica, e é comumente utilizada na música tradicional e folclórica dessas regiões. A Gytarah barbaryeh é considerada um símbolo cultural importante, representando a história e tradição musical dessas áreas.
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Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas em tensão.