Tag Archive for: instrumentos musicais da Índia

Nagaswaram (nadaswaram, nadhaswaram, ou nathaswaram) é um instrumento de sopro de palheta dupla semelhante ao shehnai do Norte da Índia, mas mais longo. Faz parte da tradição instrumental clássica de Tamilnadu, Andhra Pradesh, Karnataka e Kerala. Na cultura Tamil é considerado auspicioso e toca em quase todos os casamentos.

O kartal (ou khartal) é um instrumento musical tradicional na música clássica indiana. Consiste em um par de pequenas placas de madeira presas por uma corda de couro. Cada placa possui pequenos discos de metal presos a ela, que produzem som quando as placas são batidas uma contra a outra.

É um instrumento de percussão muito versátil e é usado para acompanhar a música vocal e instrumental na Índia. O ritmo do Kartal é mantido ao bater as placas uma contra a outra, criando uma variedade de sons rítmicos.

O kartal é especialmente utilizado na música devocional hindu, como no canto bhajan e no kirtan. Também é comum em apresentações de dança clássica indiana, onde o músico que toca o kartal acompanha os movimentos da dança com o ritmo do instrumento.

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É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
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Kartal, idiofone da Índia

Kartal, idiofone da Índia

O gottuvadhyam é um instrumento musical tradicional da Índia, especificamente da região de Karnataka. Também é conhecido como chitravina e é um cordofone dedilhado. É considerado uma das formas mais antigas de instrumentos da família dos Vina na Índia.

O instrumento possui um formato peculiar, com duas caixas de ressonância conectadas por uma ponte de madeira. A caixa menor é feita de cabaça, enquanto a caixa maior é feita de madeira de jacarandá ou de teca. Geralmente possui 21 trastos e cordas metálicas.

Ravi Shankar, um dos maiores virtuosos do sitar, também era um mestre do gottuvadhyam. Ele popularizou o instrumento e ajudou a dar-lhe atenção mundial. A sua habilidade no instrumento era exemplar, tanto em termos de técnicas de dedilhação como de expressão musical.

Embora tenha tido um papel importante na música clássica indiana, o gottuvadhyam não é tão comumente tocado hoje em dia. 

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Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Gottuvadhtyam, Índia

Gottuvadhtyam, Índia, Ravi Shankar

Ghumot é um instrumento muito popular em Goa, uma região costeira no oeste da Índia. É feito de barro. A abertura maior é coberta por uma pele de animal, geralmente cabra ou vitela, que é esticada e fixada por cordas.

O instrumento é tocado com as mãos, batendo na pele e produzindo um som percussivo. É utilizado em diferentes contextos, como cerimónias religiosas, danças folclóricas e festivais. Também é comum encontrar o Ghumot nos grupos de música tradicional de Goa.

A extração ilegal de peles de animais para fabricação do Ghumot tem causado problemas ambientais e levado a restrições legais em algumas áreas. Por isso, a utilização de peles sintéticas ou outras alternativas sustentáveis ​​para a fabricação do instrumento tem sido incentivada.

No geral, o Ghumot é um instrumento icónico e valorizado pelo seu papel na cultura e na música tradicional de Goa, sendo considerado um símbolo importante da identidade local.

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Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
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Ghumot, Índia

Ghumot, Índia

O bugdu é um instrumento de percussão tradicional do Punjab, Índia. É geralmente feito de madeira, e faz parte de dois tambores em forma de barril, com tamanhos diferentes. O tambor menor é chamado de bugdu ou bughchu, enquanto o tambor maior é chamado de bughdu.

É muito usado na música e danças folclóricas do Punjab. É tocado batendo-se nas laterais dos tambores com as palmas das mãos ou usando baquetas. O som produzido pelo bugdu é agudo e nítido, enquanto o bughdu produz um som mais grave.

Para aprender a tocar bugdu ou bughchu, é importante praticar a técnica correta de batida nas laterais dos tambores para obter o som desejado. Além disso, é interessante estudar e familiarizar-se com os ritmos e padrões musicais tradicionais do Punjab, que são comumente tocados com este instrumento.

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Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

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Bugdu, Índia

Bugdhu, Índia

O kuzhal é um instrumento de sopro tradicional do estado de Kerala, no sul da Índia. É semelhante ao nagaswaram na sua construção, e também possui uma palheta dupla. O instrumento é feito a partir de um tubo de madeira, geralmente de bambu ou madeira de ébano, com sete orifícios para os dedos e um orifício para o polegar.

O som produzido pelo Kuzhal é caracteristicamente forte, penetrante e melodioso. É usado tanto na música clássica indiana como na música folclórica de Kerala. O instrumento é geralmente tocado em grupos, acompanhando danças folclóricas como o Kathakali e o Mohiniyattam, bem como outros espetáculos musicais.

O Kuzhal tem uma longa história e desempenha um papel importante na cultura e tradição de Kerala. É considerado um símbolo de identidade cultural dessa região da Índia. Ao longo dos anos, o instrumento passou por modificações e refinamentos em sua construção, mas sua essência e o som distintivo do Kuzhal permanecem inalterados.

Existem músicos dedicados que continuam a tocar e promover o kuzhal, preservando assim a rica herança musical de Kerala.

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Nos instrumentos da categoria 4 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (aerofones), o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.

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Kuzhal, Índia

Kuzhal, Índia

O khol é um instrumento de percussão com características únicas. Consiste em um par de tambores de diferentes tamanhos, sendo que um lado é maior e o outro é menor. Geralmente, o lado maior é feito de cobre e o lado menor é feito de barro, madeira ou cerâmica.

O instrumento é amplamente utilizado na música clássica indiana, especialmente na música devocional e tradicional dos estados de Bengala Ocidental, Bihar e Jharkhand. Ele é tocado com as mãos e os dedos, usando diferentes técnicas para produzir uma variedade de sons e ritmos.

O khol é frequentemente usado para acompanhar músicas e danças tradicionais, especialmente durante festivais religiosos, como o Durga Puja e o Holi. Além disso, ele também é usado em apresentações solo e em grupos de música folclórica.

Apesar de ser bastante associado à música indiana, o khol também é usado em outros contextos musicais, como fusão e a música experimental. Nos últimos anos, tem-se popularizado em todo o mundo, sendo tocado por artistas de diferentes estilos musicais.

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Khol, Índia

Khol, Índia

Getchu vadyam (também escrito gethuvadyam, gettuvadyam, ou jhallari) é um instrumento de corda tradicional do sul da Índia.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
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Shahnai (shenai, shehnai, sahanai, sanai, shenoy, shana) é um aerofone tradicional do subcontinente indiano, feita de madeira, com palheta dupla e campânula de metal. É usado em casamentos, procissões, templos e concertos. É semelhante ao nadaswaram do Sul da Índia.

Jaltarang, jal-tarang, jal-yantra (na Idade Média), Udakavadya (Kamasutra de Vatsyayana), jalatarangam ou jalatharangam é um instrumento melódico de percussão que consiste num conjunto de tigelas de cerâmica afinadas com água e percutidas com uma baqueta em cada mão. “Jal” significa “água” e “tarang”, “ondas”. Instrumento que remonta a tempos remotos na História, continua a ser utilizado na música clássica indiana. No seu regresso da Índia à Macedónia, Alexandre terá ouvido músicos tocarem este instrumento.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.

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Jaltarang, Índia

Jaltarang, Índia