Tag Archive for: instrumentos musicais do Japão

Yotsutake, idiofone de bambu japonês da família das castanholas, é um dos instrumentos Narimono, ou Hayashi, que acompanha Nagauta e outros teatros musicais clássicos do Japão.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).
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Hyoshiban hariogi é um tipo de idiofone de madeira utilizado na música tradicional japonesa. É um instrumento da família dos Narimono, ou Hayashi, que são os conjuntos musicais que acompanham o teatro clássico japonês, como o Nagauta.

O Hyoshiban hariogi consiste em uma placa de madeira que possui pequenos pedaços de bambu (chamados de hyoshigi) fixados em um dos seus lados. Essas peças de bambu são golpeadas ritmicamente, produzindo um som característico de “claque” ou “clap”. O instrumentista segura o Hyoshiban hariogi pelas bordas e o golpeia com as mãos, simulando o som de palmas.

O papel do Hyoshiban hariogi é adicionar ritmo e acentos à música, além de fornecer efeitos sonoros para enfatizar momentos dramáticos em peças teatrais. É um instrumento utilizado tanto em apresentações em palcos como em composições musicais tradicionais.

O Hyoshiban hariogi desempenha um papel importante na música clássica japonesa, adicionando uma camada extra de efeitos sonoros e ritmo, contribuindo para a atmosfera e a narrativa das peças teatrais.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Hyoshiban Hariogi, Japão

Hyoshiban Hariogi, Japão

O Gojinjo daiko é um tambor de guerra japonês tradicionalmente utilizado na região de Noto, na província de Ishikawa. É feito de madeira de castanheiro e pele de boi ou cavalo. Possui formato cilíndrico e é tocado com baquetas chamadas bachi. O tambor em si é bastante pesado, chegando a pesar cerca de 60 kg, e possui um som grave e poderoso.

O Gojinjo daiko tem uma grande importância cultural na cidade de Wajima e na região de Noto. Ele é utilizado em festivais, cerimónias religiosas, eventos históricos e outros eventos importantes.

O instrumento também possui um significado simbólico. Durante a invasão de Noto pelo general Uesugi Kenshin em 1577, os habitantes, que não tinham armas, usaram máscaras ferozes e tocaram tambores de guerra para assustar os invasores. O som intenso dos tambores, combinado com um terramoto, causou a retirada dos soldados inimigos.

Devido à sua importância cultural e histórica, o Gojinjo daiko foi reconhecido como património cultural da cidade de Wajima em 1961 e património imaterial da província de Ishikawa em 1963.

(com IA)

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

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Gojinjo daiko, Japão

Gojinjo daiko, Japão

Binzasara (também escrito binsazara ou binsasara – uma espécie de tréculas) é um idiofone japonês constituído por uma série de pequenas placas de madeira ligadas por cordel que batem umas nas outras pela ação das mãos nas extremidades com alça.

É utilizado nas canções tradicionais, danças rurais e teatro kabuki.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Binzasara, Japão

Binzasara, Japão

Kokyu é um instrumento de corda friccionada tradicional do Japão. Originário da China, os materiais, formato e timbre são originais. É uma versão mais pequena do shamisen.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
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Shinobue é uma flauta traversa pertencente à família yokobue, um grupo de flautas transversais de bambu tradicionais do Japão. Este aerofone é construído a partir de um único tubo de bambu, cuidadosamente perfurado com oito orifícios digitais: sete na parte frontal para os dedos e um na parte posterior para o polegar. O seu tamanho compacto e a sua construção em bambu conferem-lhe uma sonoridade brilhante e penetrante, distinta de outras flautas japonesas.

O shinobue desempenha um papel crucial em diversos aspetos da cultura japonesa, sendo particularmente proeminente em festivais tradicionais (matsuri) e em apresentações teatrais, como o kabuki e o noh. Nestes contextos, a sua melodia vibrante e expressiva contribui para a atmosfera festiva e para a narrativa dramática. Os tocadores de shinobue empregam uma variedade de técnicas de sopro e digitação para produzir ornamentações complexas e variações tonais subtis, enriquecendo a música tradicional japonesa.

Apesar da sua simplicidade estrutural, o shinobue é capaz de expressar uma ampla gama de emoções e melodias, tornando-o um instrumento essencial na paisagem sonora do Japão e um símbolo da sua rica herança musical. A sua presença em festivais e no teatro garante a sua continuidade e relevância cultural através das gerações.

É um instrumento de sopro do grupo 421 – aerofones com sopro em aresta – no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.

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Shinobue, Japão

Shinobue, Japão

 

Yokobue é o termo abrangente que designa as flautas transversais de bambu tradicionais do Japão. Esta família de aerofones inclui instrumentos como o shinobue, mas também outras variações com características e utilizações ligeiramente diferentes. O yokobue é fundamentalmente um tubo de bambu com uma embocadura lateral e, tipicamente, oito orifícios digitais: sete na frente e um atrás para o polegar.

Estas flautas desempenham um papel essencial na música folclórica e tradicional japonesa, sendo especialmente proeminentes em festivais locais (matsuri) e em diversas formas de teatro tradicional, como o noh e o kabuki. O som produzido pelo yokobue varia dependendo do seu tamanho e construção, mas geralmente possui uma qualidade brilhante e penetrante, capaz de expressar tanto alegria festiva quanto melancolia dramática.

A técnica de tocar o yokobue envolve um controlo preciso da respiração e dos dedos para modular a altura e o timbre das notas, permitindo a execução de melodias complexas e ornamentadas. A sua presença constante em eventos culturais importantes sublinha a sua relevância e o seu profundo enraizamento na identidade musical do Japão.

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Yokobue, Japão

Yokobue, Japão

O Tsugaru-shamisen é um instrumento de corda tradicional japonês originário da região de Tsugaru, localizada na província de Aomori, no norte do Japão. É uma variante do shamisen, que consiste em uma caixa de ressonância, um pescoço longo e três cordas de seda.

O Tsugaru-shamisen é conhecido pelo seu som poderoso e virtuosismo técnico. Os músicos que tocam este instrumento são chamados de “Tsugaru-jamisenka”. Eles desenvolvem uma técnica de tocar rápida e complexa usando palhetas.

É frequentemente associado a um género musical chamado “Tsugaru-jamisen”. Essa forma de música é caracterizada por ritmos intensos, aceleração rápida das notas e improvisação emocional. O repertório inclui músicas folclóricas tradicionais, bem como interpretações modernas e arranjos de música contemporânea.

Nos últimos anos, o Tsugaru-shamisen ganhou popularidade fora do Japão, e muitos músicos têm explorado influências de outros géneros, incorporando elementos de jazz, rock e música clássica. É frequentemente usado em concertos e gravações de música tradicional japonesa.

(com IA)

Situa-se no índice 31 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (cordofones simples, compostos de cordas esticadas em um suporte) com caixa de ressonância, neste caso.

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Tsugaru-shamisen, Japão

Tsugaru-shamisen, Japão

Taishogoto, também conhecido como harpa de Nagoia, é um instrumento de corda tradicional japonês que surgiu durante o período Taisho (1912-1926). É um cordofone composto, o que significa que a caixa de ressonância é parte integrante e indispensável do instrumento.

O Taishogoto possui uma caixa longa e oca com várias cordas estendidas ao longo do seu comprimento. Acima das cordas, existe um conjunto de teclas numeradas semelhantes às de uma máquina de escrever. Ao pressionar estas teclas, as cordas são encurtadas ou “fretadas”, alterando a sua afinação. O instrumento é tocado longitudinalmente, sendo as cordas dedilhadas ou rasgadas com uma palheta.

Existem diferentes tipos de Taishogoto, variando no número de cordas e na sua tessitura. O soprano geralmente tem 5 ou 6 cordas, o alto tem 4 ou 5, enquanto o tenor e o baixo possuem apenas 1 ou 2 cordas. As cordas melódicas são frequentemente afinadas em oitavas de sol, e as cordas de bordão em ré.

O Taishogoto apresenta semelhanças com o bulbul tarang da Índia e a akkordolia da Alemanha, instrumentos que também utilizam um teclado para alterar o comprimento das cordas. No Japão, o Taishogoto ganhou popularidade como um passatempo amador e ainda hoje é tocado, frequentemente com versões eletrificadas para interpretar canções populares japonesas e ocidentais. O seu som único pode evocar a sonoridade de uma harpa ou de outros instrumentos de corda metálicos, como o dulcimer.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Taishogoto, Japão

Taishogoto, Japão

O Gaku-daiko é um tipo de tambor japonês também conhecido como tsuri-daiko. É um instrumento bastante antigo e tradicional, com uma longa história no Japão. É percutido por dois martelos em uma das membranas, que geralmente é feita de couro de vaca esticado em um aro de madeira. A outra membrana serve como uma espécie de ressonador. Os tambores são suspensos por uma corda ou corrente presa no teto ou em um suporte. Isso permite que o tambor seja tocado com maior liberdade de movimento.

É geralmente bastante grande e produz um som profundo e ressonante. É usado tradicionalmente na música japonesa para acompanhar apresentações de danças folclóricas, festivais, cerimónias religiosas e teatro Noh.

Apesar de ser um instrumento bastante antigo, o Gaku-daiko continua a ser tocado. Existem grupos de taiko (tambores japoneses) que se especializam em tocar o Gaku-daiko, preservando sua tradição e criando novas composições para o instrumento.

O Gaku-daiko é um instrumento desafiador de tocar, exigindo habilidade técnica e coordenação dos músicos. Além disso, sua sonoridade poderosa e ressonante adiciona um grande impacto aos espetáculos musicais, tornando-o um instrumento fascinante e envolvente.

(com IA)

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Gaku-daiko, Japão

Gaku-daiko, Japão