Morin khuur é um cordofone de arco, de duas cordas, com corpo de madeira em forma trapezoidal e braço longo não trastejado. Também chamado violino cabeça de cavalo por não-mongóis, traduz a cultura mongol na reverência que tem pelo cavalo. É um instrumento nacional largamente espalhado pela Mongólia.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da Mongólia
  • Instrumentos musicais da Ásia
  • Instrumentos de corda friccionada
  • Cordofones de arco
  • Instrumentos começados por m
Mazhar é um membranofone árabe tradicional do Egito, uma espécie de tamborim com soalhas de bronze.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, pelas soalhas. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É também membranofone percutido, na medida em que tem membrana batida pela mão do executante. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).
  • Instrumentos musicais do Egito
  • Idiofones com soalhas
  • tambores de mão
  • Instrumentos começados por m

Mashak é uma gaita de fole do Norte da Índia e regiões do Paquistão e Afeganistão. Também é conhecido por masak, mishek, meshek, moshug, moshaq, moshuq, mashak bin, bin baji. É uma gaita de fole de pequeno porte, geralmente feita com pele de cabra e madeira.

A gaita de fole é composta por três partes principais: o insuflador, o fole e as palhetas. O insuflador é uma espécie de saco de ar, geralmente feito de pele de cabra, que é soprado pelo músico para produzir o som. O fole é responsável por manter o ar contínuo e pode ser feito de couro ou tecido. As palhetas, localizadas no interior do instrumento, são responsáveis por produzir as notas musicais.

É tocado usando as mãos do músico, que controla o fluxo de ar e aperta ou solta as palhetas para produzir diferentes notas. É usado principalmente em música folclórica e tradicional, especialmente em festivais e celebrações.

(com IA)

É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais da Índia
  • Família das gaitas de fole
  • Aerofones de palheta
  • Instrumentos começados por m
Mashak, Índia

Mashak, Índia

Kundu é um tambor de madeira com uma pele de cobra ou lagarto como membrana. Uma alça é colocada na parte mais estreita do tambor. Muitas vezes, o kundu é decorado com figuras de animais nas suas bordas.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
  • tambores percutidos
  • Instrumentos começados por k
Ipu heke é um idiofone de percussão direta tocado com as mãos ou batendo numa superfície, constituído com base em duas cabaças, secas e esvaziadas das sementes.
Ngombi é um instrumento de corda dedilhada (harpa) tradicional da África Central (República Centro-Africana, República do Congo e Gabão).
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da República Centro-Africana
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Família das harpas
  • Instrumentos começados por n

Ilu

Ilu é um termo Yoruba que designa um tambor tradicional do Brasil, especialmente nos estados de Pernambuco e Ceará. É um bimembranofone cilíndrico tocado com as mãos, designadamente em rituais religiosos, e pode ter diferentes dimensões. Colocado o ilu numa estrutura metálica, o executante pode tocá-lo em pé.

As dimensões do Ilu podem variar, influenciando o seu timbre e volume, adaptando-se a diferentes contextos musicais e rituais.

A sua presença é marcante em cerimónias religiosas, onde o ritmo pulsante do Ilu acompanha cânticos e danças, estabelecendo uma ligação ancestral e espiritual. Para facilitar a execução em pé durante estas celebrações, o Ilu é frequentemente colocado numa estrutura metálica, permitindo ao percussionista maior liberdade de movimento e expressão corporal. 

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais do Brasil
  • tambores percutidos
  • tambores em forma de cilindro
  • Instrumentos começados por i
Ilu, Brasil

Ilu, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

O Hyoshigi é um instrumento musical tradicional do Japão que remonta ao período Edo (1603-1868). Consiste em duas peças de madeira ou bambu, que são conectadas por um fio colorido. Geralmente, uma das peças é maior que a outra, produzindo um som mais agudo quando são tocadas juntas.

É usado principalmente para sinalizar o início ou o fim de uma peça de teatro, como no teatro Kabuki ou no teatro Noh. Também pode ser usado em cerimónias religiosas ou rituais.

Para tocar o Hyoshigi, as duas peças são seguradas por suas extremidades e batidas uma contra a outra ou ambas contra o chão. O som produzido é distinto e pode variar de acordo com a técnica e a força utilizadas para tocar.

No Japão, o Hyoshigi é considerado um símbolo de boas-vindas e é frequentemente usado para chamar a atenção ou marcar momentos importantes em apresentações culturais tradicionais.

(com IA)

É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.

ETIQUETAS

  • Instrumentos musicais do Japão
  • Idiofones de madeira
  • Família das clavas
  • Instrumentos começados por h
Hyoshigi, Japão

Hyoshigi, Japão

Hulusi é um instrumento de sopro de palheta da China e do Estado de Shan, muito espalhada entre as minorias étnicas do Yunnan. Inclui uma cabaça e três tubos de bambu. É um instrumento simples e fácil de estudar pelo que é muito utilizada por amadores e crianças na educação musical, sendo também procurada por visitantes e turistas.
É um instrumento de sopro do grupo 422 (no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais), um aerofone de palheta em que o músico sopra colocando a palheta em vibração.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da China
  • Instrumentos de sopro de palheta
  • Instrumentos começados por h
Hosho é um idiofone de agitamento, tradicional da Zâmbia e Zimbabwe (África). É constituído por um par de cabaças secas com sementes dentro.
Na categoria 1 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, o som é produzido primariamente pela vibração do corpo do instrumento ou por alguma de suas partes, mas esta vibração deve-se à própria elasticidade do material, sem tensão adicional nem cordas, membranas ou colunas de ar.
ETIQUETAS
  • Instrumentos musicais da Zâmbia
  • Idiofones de agitamento
  • Família das maracas
  • Instrumentos começados por h