Clarín cajamarquino – ou “qewayllo” – é um instrumento de sopro nascido do clarim tradicional. Chega a medir 4 metros. É utilizado na música popular, sobretudos nos carnavais e nas festas regionais no Peru (em Cajamarca).
Nos aerofones, categoria 4 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos, o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais do Peru
Instrumentos começados por c
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/clarin-cajamarquino-peru.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-25 16:11:352022-05-02 12:32:20Clarín cajamarquino, Peru
Arpa araguena é um instrumento de corda da família das harpas nativo da Venezuela.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Tible designa um instrumento de sopro nativo da Catalunha (Espanha).
Nos instrumentos da categoria 4 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais (aerofones), o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
Cultrum, também escrito kultrún ou cultrún, é um membranofone tradicional da Patagónia, Argentina, e Chile. É semelhante a um bombo, com um corpo de madeira coberta com couro percutido com uma baqueta.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais da Argentina
tambores da Patagónia
tambores percutidos
tambores em forma de tigela
Instrumentos musicais começados por c
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/cultrun-kultrun-patagonia-argentina-chile.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-25 14:48:382022-05-02 12:38:32Cultrum, Argentina
Trutruka (o mesmo que trutruca ou xuxuca) é uma trompete natural tradicional da Patagónia, Chile e Argentina, do povo mapuche, sendo especialmente utilizada em rituais e na música folclórica.
Nos aerofones, categoria 4 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos, o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
O rabé (o mesmo que rawé, ravé ou lavé) é um instrumento de corda friccionada semelhante à rabel ibérica de onde provém o nome. Encontra-se em entre os Mbyá, sociedade indígena de língua guarani que habita no noroeste da Argentina (província de Misiones) e leste do Paraguai (departamentos de Alto Paraná e Itapúa). A caixa de ressonância do rabé, de proporções variáveis e com aparência de viela de mão medieval costuma fazer-se de madeira ygary ou cedro.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
Yata miöri é um instrumento de corda friccionada tradicional de povos indígenas feito de cana. Os violinos de cana (yata) estão presentes em todas as terras baixas bolivianas como opções baratas e simples para a aprendizagem.
Nos instrumentos da categoria aerofone, o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
Nwiké é um instrumento de uma só corda e arco utilizado pelos povos indígenas Qom e Pi’laqá, habitantes originários das províncias de Chaco e Formosa (nordeste da Argentina) e, atualmente, nas áreas onde há comunidades de migrantes indígenas (cidades como Rosario, Buenos Aires ou La Plata). Na literatura especializada, o nome do instrumento aparece escrito como mbiké, n’viqué, nwiké, ñoviqué, nowiké, nowikí, newiké o newikí, e evocaria o som que produz o jaguar ao afiar as garras arranhando um tronco.
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.
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Instrumentos musicais da Argentina
Instrumentos de corda friccionada
Cordofones de arco
Instrumentos começados por n
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/nwike-povos-indigenas-qom-argentina.jpg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-25 12:54:522022-05-02 12:50:06Nwiké, Argentina
Dundun (tal como dunun, doundoun ou djun djun) designa uma família de bimembranofones cilíndricos de percussão direta tradicional da África Ocidental. O maior dos tambores chama-se doundounba; o médio, sangban; e o menor, kenkeni.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Doundoun (tal como dunun, dondun ou djun djun) designa uma família de bimembranofones de percussão direta tradicional da África Ocidental (Mali, Guiné, Senegal e Gâmbia). São conhecidos por seu som profundo. A família dos Doundouns é composta por diferentes tamanhos de tambores, sendo o Doundounba o maior e o Kenkeni o menor. Geralmente, são feitos de um tronco de árvore oco, coberto por duas peles de animal presas por cordas ou fitas.
Os Doundouns são tocados com as mãos nuas ou com baquetas de percussão e geralmente são usados em conjunto com outros tambores e instrumentos de percussão para criar ritmos complexos e polirrítmicos. Desempenham um papel importante nas tradições musicais e cerimoniais das comunidades da África Ocidental.
Além da sua função musical, os Doundouns também têm significados culturais e sociais nas comunidades em que são utilizados. Eles podem ser utilizados em cerimónias de casamento, celebrações de nascimentos, funerais, festivais e rituais religiosos. Em certos contextos, os tambores Doundouns podem até ter status sagrado ou espiritual.
Ao longo dos anos, os Doundouns também foram incorporados a estilos musicais mais contemporâneos, como a música afrobeat e a música pop africana, ganhando popularidade tanto em países africanos quanto em outras partes do mundo.