Quribillo é um idiofone de entrechoque nativo da Colômbia. O som é produzido quando se esticam os extremos das cordas, fazendo que os tubos choquem entre si.
Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
Quenacho é um aerofone de aresta tradicional da América do Sul, feita de bambu, da família da quena, de som mais grave.
Nos instrumentos da categoria aerofone, o som é produzido principalmente pela vibração do ar ou pela sua passagem através de arestas ou palhetas: o instrumento por si só não vibra, nem há membranas ou cordas vibrantes.
Tanggu (também conhecido por tonggu, ou zhanggu na Dinastia Qing) é um tambor médio em forma de barril de altura indefinida nativo da China. Tem duas membranas feitas de pele de animal, e é percutido com duas baquetas, disposto num suporte de madeira. O “xiao tanggu” é menor em tamanho do que o “da tanggu” e produz um som mais agudo.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais da China
tambores percutidos
Instrumentos musicais começados por t
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/tanggu_china_metropolitan-museum-of-art.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-03 09:45:052022-06-09 11:00:22Tanggu, China
Paigu é um conjunto chinês de três a sete tambores sintonizados, tradicionalmente feitos de madeira com cabeças de pele de animais. A membrana é percutida com baquetas. A maioria dos tambores são bimembranofones, tendo cada uma afinação diferente, sendo ajustadas com chaves Allen.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais da China
tambores percutidos
tambores em forma de barril
Instrumentos começados por p
Paigu, China
https://www.musis.pt/wp-content/uploads/2020/04/paigu_china.jpeg400400António Ferreirahttp://musis.pt/wp-content/uploads/2022/05/cropped-musis-logo-80x80.jpgAntónio Ferreira2020-04-03 09:42:392023-10-17 23:14:31Paigu, China
Nagado-daiko, também chamado odaiko, é um bimembranofone de percussão direta tradicional do Japão, o mais popular dos taiko. Originalmente era usado nos templos (miya daiko).
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Domu é uma harpa tradicional da República Democrática do Congo (África).
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.
ETIQUETAS
Instrumentos musicais da República Democrática do Congo
Ndongo (ou endongo) é um cordofone tradicional do Uganda (África).
Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas em tensão.
Mellotron é um teclado eletromecânico polifónico desenvolvido originalmente em Birmingham, Inglaterra, no início da década de 1960, por uma empresa de mesmo nome. A sua estrutura primordial é um banco de fitas magnéticas de áudio, cada uma com aproximadamente oito segundos de duração.
Pailas, o mesmo que timbales, timbaletas ou tarolas tropicales, são tambores cilíndricos com armação de metal menos altos que os tom toms e com afinação mais aguda. Usam-se desde as civilizações antigas para fins cerimoniais e militares.
O pakawaj (pakhawraj, pakhavaj, pakhawaja) é um instrumento musical que tem uma longa história na música clássica indiana. É usado principalmente na música hindustani, uma das principais tradições musicais do norte da Índia. O seu formato é semelhante ao de um barril, com uma cabeça de pele de cabra em cada extremidade. As peles são esticadas por meio de cordas, permitindo que o músico ajuste a tensão para controlar o tom e o volume do instrumento.
O pakawaj é tocado horizontalmente, repousando em almofadas macias ou nos joelhos do músico. O músico percute as peles com as mãos, usando palmadas controladas e técnicas de dedilhação para produzir diferentes sons e ritmos.
A sonoridade do pakawaj é rica e profunda, produzindo uma ampla gama de tons e matizes tonais. Ele é frequentemente usado como um instrumento de acompanhamento para vocalistas e instrumentistas solistas, fornecendo uma base rítmica sólida à música.
Além da sua função como instrumento de acompanhamento, o pakawaj também é tocado como um instrumento solo em atuações virtuosísticas. Os músicos treinados neste instrumento são altamente reverenciados pela sua habilidade técnica e fluência musical.
No contexto religioso, o pakawaj é frequentemente usado em templos para acompanhar cantos devocionais e rituais sagrados. Ele também é usado em cerimônias e festivais tradicionais.
(com IA)
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.