Viola cabocla

A Viola cabocla, também conhecida como Viola sertaneja ou Viola caipira, é um instrumento de corda dedilhada que se destaca como variante regional da Viola brasileira. Herdeira das violas portuguesas, que foram introduzidas no Brasil durante o período colonial, ela evoluiu e adaptou-se ao contexto cultural e musical do interior do país, tornando-se um verdadeiro símbolo da música popular brasileira.

Caracterizada por cinco ordens de cordas, que podem ser simples ou duplas, totalizando dez cordas, a Viola cabocla possui uma sonoridade peculiar. As afinações tradicionais variam entre as regiões, mas frequentemente exploram combinações de oitavas e uníssonos, produzindo um timbre rico em harmónicos e com uma ressonância distintiva que evoca a atmosfera rural do Brasil.

Desempenha um papel central em diversos géneros musicais, como a autêntica música caipira, o sertanejo de raiz, o cururu e o cateretê. As suas melodias e ritmos acompanham letras que narram o cotidiano do campo, as histórias de amor, a beleza da natureza e as tradições culturais. 

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Viola cabocla, Brasil

Viola cabocla, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Viola sertaneja

A Viola sertaneja, também conhecida como Viola cabocla ou Viola caipira, representa uma das mais emblemáticas variantes regionais da Viola brasileira, profundamente enraizada na cultura do interior do Brasil. As suas origens remontam às violas portuguesas, introduzidas pelos colonizadores e que, em solo brasileiro, se transformaram e ganharam características próprias.

Este instrumento de corda dedilhada possui tipicamente cinco ordens de cordas, que podem ser simples ou duplas, totalizando dez cordas. A afinação tradicional varia regionalmente, mas frequentemente utiliza oitavas e uníssonos, conferindo à Viola sertaneja uma sonoridade particular, rica em harmónicos e com um timbre característico que evoca a paisagem e o espírito do sertão.

A Viola sertaneja é um símbolo da música popular brasileira, marcando presença em diversos géneros como a música caipira, o sertanejo de raiz, o cururu e o cateretê. A sua sonoridade vibrante acompanha as letras que retratam a vida no campo, o amor, a natureza e as tradições populares. Seja nas mãos de violeiros experientes em rodas de Viola ou em gravações que perpetuam a sua importância cultural, a Viola sertaneja continua a ecoar como a voz autêntica do Brasil profundo.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Viola sertaneja, Brasil

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Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Viola de Queluz

A Viola de Queluz é uma variante regional da Viola brasileira, com uma história rica ligada à região de Queluz, atualmente Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Produzida artesanalmente entre o final do século XIX e o início do século XX, estas violas eram inspiradas nas “violas toeiras” de Portugal, um cordofone de 12 cordas distribuídas em cinco ordens.

A Viola de Queluz manteve a influência portuguesa no seu formato, apresentando um corpo com um padrão semelhante ao da Viola lusitana. No entanto, desenvolveu uma identidade própria, incorporando elementos do barroco mineiro, visíveis especialmente nas versões mais elaboradas. Estas violas frequentemente exibiam trabalhos de marchetaria, uma característica que se tornou distintiva e foi posteriormente adotada por outras violas no Brasil.

As famílias Meirelles e Salgado foram os principais artesãos por trás da produção destas violas, que eram vendidas principalmente durante o jubileu em Congonhas do Campo. Atualmente, a Viola de Queluz é considerada um instrumento raro e valioso, sendo apreciada não só pela sua sonoridade única, mas também pelo seu estatuto de obra de arte e testemunho da história musical e artesanal de Minas Gerais. A sua construção artesanal e a incorporação de detalhes estéticos regionais distinguem-na de outras variantes da Viola brasileira.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Viola de Queluz, Brasil

Viola de Queluz, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

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Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Viola brasileira

Viola brasileira é uma categoria diversificada dos cordofones de mão com caixa de ressonância (a maioria, em forma de 8), braço e ordens duplas de cordas.

Deriva da família das violas aristocráticas euro-latinas dos séculos XVI, XVII e XVIII, recebida no Brasil ao longo desse período. Foi popularizada no século XIX (ou talvez antes) e constituída por variantes regionais, algumas delas mais rústicas e outras aparentadas às violas portuguesas do século XIX.

O seu repertório, pelo menos desde o século XIX, é predominantemente de tradição oral. Desde o século XX, surgiram métodos impressos para a aprendizagem das violas e, a partir do início do século XXI, juntaram-se a essa tradição os primeiros cursos superiores de Viola brasileira.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Viola brasileira, Brasil

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Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Violão, no contexto brasileiro, abrange uma família de instrumentos de corda dedilhada, incluindo a guitarra clássica e a guitarra acústica com cordas de nylon ou aço. Tem braço trastejado que permite a produção de diferentes notas ao pressionar as cordas em pontos específicos. Originalmente concebido para a execução de música erudita, o violão possui um corpo oco e achatado, com um formato característico em “oito”.

A construção do corpo envolve a utilização de diversas madeiras, cada uma contribuindo para as qualidades sonoras do instrumento. O tampo harmónico, geralmente feito de madeiras como o abeto ou o cedro, desempenha um papel crucial na ressonância e projeção do som. As laterais e o fundo, construídos com madeiras como o jacarandá, o mogno ou o cipreste, influenciam o timbre e a sustentação das notas.

A versatilidade do violão permitiu a sua incorporação em inúmeros géneros musicais, desde a música clássica e o flamenco até o folk, o samba, a bossa nova e o rock. A distinção entre as cordas de nylon, que proporcionam um som mais suave e aveludado, e as cordas de aço, que oferecem um timbre mais brilhante e potente, amplia ainda mais as possibilidades sonoras e a adaptação do instrumento a diferentes estilos e técnicas de execução.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Violão, Brasil

Violão, Brasil

Reciclanda, instrumentos sustentáveis

Reciclanda, música e instrumentos para um planeta sustentável

Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Bumbo

Bumbo é um termo brasileiro que designa um bimembranofone de tamanho grande e som grave, semelhante bombo, zabumba, caixa grande, tambor grande, alfaia ou zé-pereira. Tem formato cilíndrico e profundidade inferior ao diâmetro. É percutido por varetas, macetas ou baquetas.

A sua profundidade é inferior ao diâmetro das suas peles. As membranas são tensionadas em ambas as extremidades do cilindro, permitindo a produção sonora através da vibração induzida pela percussão.

O bumbo é percutido utilizando diversos tipos de acessórios, como varetas, macetas (baquetas com uma extremidade mais grossa e geralmente revestida) ou baquetas convencionais. A escolha do acessório influencia diretamente o timbre e a intensidade do som produzido. Dada a sua sonoridade grave e marcante, o bumbo desempenha frequentemente um papel fundamental na marcação do ritmo e na criação de uma base sonora encorpada em diversos estilos musicais e formações instrumentais.

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

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Bumbo, Brasil

Bumbo, Brasil

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Pandeirão

Pandeirão é um tambor unimembranofone usado no Bumba-meu-boi (Maranhão, Brasil), com cerca de 35 cm de diâmetro e 8 cm de altura, feito de madeira e couro de cabra com afinador de metal. É semelhante ao bendir do norte da África.

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.

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Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

Zabumba (o mesmo que alfaia, bombo, bumba, caixa grande, tambor grande, ou zé-pereira) é um tambor bimembranofone tradicional do Brasil com formato cilíndrico e profundidade inferior ao diâmetro. Tem corpo de madeira e pele de cabra ou de outros animais, esticada por cordas. É percutido por varetas, macetas ou baquetas.

Alfaia

A alfaia é um instrumento de percussão utilizado principalmente em festas populares, como as festas juninas, e em grupos de música tradicional brasileira, como o maracatu e a ciranda.

O termo “alfaia” é utilizado principalmente na região nordeste do Brasil, mas também é conhecido por outros nomes, como zabumba, bombo, bumba, caixa grande, tambor grande ou zé-pereira, de acordo com a região.

A alfaia tem um formato cilíndrico, com a profundidade inferior ao diâmetro, o que a diferencia de outros tambores de tamanho similar. O corpo do instrumento é geralmente feito de madeira, como cedro ou freijó, e a pele é tradicionalmente de cabra, mas também pode ser de outros animais, como boi ou ovelha.

A pele do instrumento é esticada por cordas, que são fixadas em aros de metal ou madeira presos nas extremidades do corpo cilíndrico. Essas cordas podem ser ajustadas para afinar o som do instrumento.

A alfaia é percutida por varetas, macetas ou baquetas, que são utilizadas para bater na pele e produzir o som característico do instrumento. Dependendo do estilo de música, a forma de tocar pode variar, sendo mais comum o uso de baquetas no maracatu e de varetas ou macetas nas festas juninas.

Pode ter enfeites decorativos, como pinturas coloridas ou desenhos, que são aplicados no corpo do instrumento. Esses enfeites ajudam a tornar a alfaia um instrumento visualmente atrativo durante as apresentações.

A alfaia é um instrumento de grande importância na cultura popular brasileira e desempenha um papel fundamental na animação e na sonoridade das festas regionais e das manifestações culturais do país.

(com IA)

Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
Pandeiro

pandeiro

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Reciclanda é um conceito musical inovador que contribui para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e das metas de reciclagem de embalagens, promovendo a sustentabilidade desde idade precoce até idade avançada através da reutilização musical, com sessões, oficinas, formações e exposições. Promove o desenvolvimento global, a inclusão e a reabilitação a partir de eco-instrumentos, do ritmo, do jogo e das literaturas de tradição oral.

pandeiro é um membranofome de mão de formato circular de aro baixo com aberturas espaçadas e soalhas (rodelas de metal que chocam quando o instrumento é tocado). É uma espécie de tamborim com soalhas.
Enquanto instrumento munido de membrana situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos.
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  • Membranofones com soalhas
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