Instrumentos musicais de todo o continente africano

Wassamba é um instrumento de percussão idiofone, tradicionalmente construído com madeira e pedaços de cabaça, com raízes na África Ocidental, particularmente no Mali, mas também encontrado com variações em outras partes do mundo, como Austrália, Tibete, Indonésia e México. A sua utilização principal está associada a cerimoniais fúnebres, onde o seu som pode contribuir para a atmosfera solene e ritualística. Em algumas culturas, também é empregado em contextos de diversão, como acompanhamento para danças e outras celebrações.

A construção do Wassamba geralmente envolve uma estrutura de madeira, que pode variar em forma e tamanho, servindo como suporte para as peças de cabaça. Estas cabaças, secas e ocas, são fixadas de forma a poderem chocar umas contra as outras ou contra a estrutura de madeira quando o instrumento é movimentado. O som produzido é um chocalho rítmico, com um timbre seco e percussivo, resultante da colisão dos materiais.

A técnica de execução do Wassamba envolve movimentos laterais e verticais do instrumento, agitando-o para criar os sons desejados. A intensidade e o padrão rítmico podem ser controlados pela velocidade e amplitude dos movimentos. Em cerimoniais fúnebres, o Wassamba pode ser tocado de forma lenta e constante, criando uma atmosfera de lamento e respeito. Em contextos festivos, os ritmos podem ser mais rápidos e complexos, incentivando a dança e a celebração.

A presença do Wassamba em diversas culturas geográficas sugere uma origem ancestral comum ou uma convergência na utilização de materiais naturais para criar instrumentos de percussão. As variações regionais podem apresentar diferentes materiais, tamanhos e técnicas de execução, mas o princípio fundamental de produzir som através do movimento e da colisão de elementos permanece. No Mali e noutras regiões da África Ocidental, o Wassamba é um elo sonoro com as tradições e rituais das comunidades.

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  • Instrumentos musicais da África Ocidental
  • Família dos chincalhos
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Wassamba

Wassamba

Khalam é um instrumento de corda dedilhada tradicionalmente encontrado em diversas regiões da África Ocidental, incluindo Mali, Gâmbia, Níger, Gana, Burkina Faso e Mauritânia. A sua origem é objeto de debate entre os estudiosos: alguns acreditam que se desenvolveu na área que hoje corresponde ao Mali, enquanto outros defendem uma ligação com instrumentos do antigo Egito. Curiosamente, existe um instrumento com o mesmo nome na Arábia Saudita, sugerindo possíveis conexões históricas ou culturais transregionais. O Khalam é também conhecido por outros nomes, como kontingo, xalam, ngoni e koni, refletindo as variações linguísticas e culturais das regiões onde é tocado.

A construção do Khalam varia ligeiramente dependendo da região, mas geralmente apresenta um corpo em forma de canoa ou tigela, feito de madeira e coberto com uma pele de animal esticada, que funciona como caixa de ressonância. Um braço de madeira comprido atravessa o corpo, servindo de suporte para as cordas, que tradicionalmente eram feitas de tripa de animal, mas hoje podem ser de nylon ou metal. O número de cordas também varia, geralmente entre duas e cinco, afinadas de acordo com as tradições musicais locais.

O Khalam é tocado dedilhando as cordas com os dedos de uma ou ambas as mãos. A técnica de execução permite a produção de melodias, ritmos e acompanhamentos simples. É um instrumento fundamental na música folclórica da África Ocidental, frequentemente utilizado por griots (músicos e contadores de histórias tradicionais) para acompanhar narrativas, canções e danças. A sua sonoridade única e a sua ligação com a tradição oral conferem-lhe um papel cultural significativo nas comunidades onde é apreciado. A sua presença em diferentes países e as suas diversas denominações atestam a sua importância e a sua longa história na região.

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  • Instrumentos musicais do Mali
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Khalam, Mali

Khalam, Mali

Xalam é um instrumento de cordas dedilhadas tradicional da África Ocidental, com uma presença marcante na música do Mali, Gâmbia, Níger, Gana, Burkina Faso e Mauritânia. A sua origem é objeto de debate, com algumas teorias a apontarem para a região do atual Mali como o seu berço, enquanto outras sugerem uma ligação ancestral ao antigo Egito, dada a semelhança com certos instrumentos encontrados em representações históricas. Curiosamente, existe também um instrumento com o mesmo nome na Arábia Saudita, embora possa não ter uma conexão direta.

O Xalam é caracterizado por um corpo pequeno, geralmente feito de uma cabaça coberta com pele de animal esticada, funcionando como caixa de ressonância. Um braço longo de madeira atravessa a cabaça e sustenta um número variável de cordas, tipicamente entre uma e cinco, embora as configurações mais comuns apresentem duas ou três cordas. Estas cordas eram tradicionalmente feitas de tripas de animais, mas atualmente podem ser de nylon ou metal.

O instrumento é tocado dedilhando as cordas com os dedos de uma das mãos, enquanto a outra mão pressiona as cordas ao longo do braço para alterar a altura das notas. O som produzido pelo Xalam é geralmente descrito como melancólico, com uma capacidade expressiva notável para um instrumento com poucas cordas. É frequentemente utilizado para acompanhar canções, contar histórias e em cerimónias sociais, desempenhando um papel importante na preservação da tradição oral e na identidade cultural das comunidades onde é encontrado.

Conhecido por diversos nomes locais, como kontingo, khalam, ngoni e koni, o Xalam demonstra a riqueza e a diversidade das tradições musicais da África Ocidental. A sua construção simples, mas eficaz, e a sua sonoridade distintiva garantiram a sua sobrevivência e a sua contínua relevância na música contemporânea da região, sendo por vezes incorporado em estilos musicais modernos e em colaborações com artistas de outras partes do mundo. A sua história multifacetada e a sua presença cultural fazem do Xalam um instrumento musical de grande significado.

Xalam

Xalam

Sistrum, derivado do grego “seistron” que significa “o que é abanado”, era um idiofone metálico de percussão indireta de grande importância musical e religiosa no antigo Iraque e, especialmente, no Egito. Conhecido como “sekhem” ou “sesheshet” na língua egípcia, este instrumento produzia som através do movimento de pequenas peças metálicas, como discos ou barras, que vibravam quando o instrumento era agitado.

Construído geralmente em bronze, embora também existissem exemplares em madeira, o sistro possuía um formato característico de ferradura ou de um arco com um cabo. Através do arco passavam varetas metálicas soltas, que chocavam entre si e contra as laterais da estrutura quando o instrumento era sacudido. A intensidade e o ritmo do som produzido dependiam da maneira como o sistro era agitado.

No antigo Egito, o sistro estava particularmente associado ao culto de diversas divindades femininas. A deusa Nefertari, esposa do faraó Ramsés II, é frequentemente representada com um sistro na mão direita, como se observa no templo de Abul-Simbel, testemunhando a sua relevância em contextos rituais. Era um instrumento tocado principalmente por sacerdotisas e mulheres da nobreza durante cerimónias religiosas, procissões e festivais dedicados a deusas como Hator, Ísis, Bastet e também ao deus Amom.

O som vibrante e cintilante do sistro era considerado capaz de afastar espíritos malignos, promover a fertilidade e invocar a proteção divina. A sua utilização em rituais visava criar uma atmosfera sagrada e alegre, honrando as divindades e acompanhando cânticos e danças. A presença constante do sistro nas representações artísticas e nos achados arqueológicos do antigo Egito sublinha o seu papel fundamental na música, na religião e na vida social daquela civilização.

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  • Instrumentos musicais do Egito
  • Idiofones com soalhas
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Sistrum, Egito

Sistrum, Egito

Kakaki é um imponente instrumento de sopro de metal, característico das culturas da Nigéria, Chade, Burkina Faso e Níger. Sua presença marcante se deve ao seu comprimento extraordinário, que varia entre três e quatro metros, conferindo-lhe uma sonoridade grave, potente e de longo alcance. Tradicionalmente construído em metal, frequentemente latão ou cobre, o Kakaki possui um corpo tubular longo e reto, terminando numa campânula que amplifica o som produzido.

Este instrumento é tocado exclusivamente por homens e está intrinsecamente ligado a cerimónias de grande importância social e política. Historicamente associado a realezas e chefias tribais, o som do Kakaki anuncia a chegada ou a presença de figuras importantes, marca eventos significativos como coroações, festivais e funerais de líderes, e serve como um meio de comunicação cerimonial em grandes ajuntamentos. A sua sonoridade solene e imponente confere um tom de autoridade e prestígio aos eventos em que é utilizado.

A técnica de execução do Kakaki envolve soprar vigorosamente na embocadura, produzindo um som fundamental grave, que pode ser modulado ligeiramente através da técnica de sopro e da vibração dos lábios. Dada a sua extensão, o Kakaki geralmente requer o apoio do chão ou de um suporte durante a execução. Frequentemente, vários tocadores de Kakaki atuam em conjunto, criando padrões rítmicos complexos e uma textura sonora rica e envolvente através da alternância de sopros e da sobreposição de sons.

A preservação da tradição do Kakaki é fundamental para a manutenção da identidade cultural e histórica das comunidades onde é utilizado. A transmissão do conhecimento e da técnica de execução ocorre geralmente de geração em geração, garantindo a continuidade deste instrumento emblemático e do seu papel crucial nas cerimónias tradicionais da África Ocidental e Central. O Kakaki não é apenas um instrumento musical, mas também um símbolo de poder, história e identidade cultural.

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  • Instrumentos musicais da Nigéria
  • Família das trombetas
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Kakai, Nigéria

Kakai, Nigéria

Sanza, também conhecida por diversos outros nomes regionais como Mbira, Kalimba ou Likembe, é um idiofone beliscado fascinante, amplamente distribuído pela África subsariana. A sua característica fundamental reside em uma série de lamelas metálicas, finas e flexíveis, fixadas em uma extremidade sobre uma caixa de ressonância de madeira. Estas lamelas, geralmente feitas de ferro ou aço, variam em comprimento para produzir diferentes alturas de som quando vibradas.

A caixa de ressonância da Sanza, tradicionalmente feita de madeira oca ou de uma cabaça, amplifica o som produzido pelas vibrações das lamelas, conferindo ao instrumento um timbre suave, melódico e ressonante. O músico segura a Sanza com as mãos e belisca as extremidades livres das lamelas com os polegares ou outros dedos, produzindo notas individuais ou acordes simples. A disposição das lamelas geralmente segue uma escala diatónica, embora variações cromáticas e outras afinações regionais existam.

A Sanza é um instrumento versátil, utilizado tanto para entretenimento pessoal quanto em contextos sociais e cerimoniais. Sua portabilidade e a relativa facilidade de aprendizado contribuíram para a sua popularidade em diversas culturas africanas. É frequentemente usado para acompanhar canções, contar histórias, expressar emoções e em rituais tradicionais. A música da Sanza pode variar de melodias alegres e dançantes a peças contemplativas e melancólicas.

A diversidade de nomes e formas da Sanza reflete a sua ampla distribuição e a sua adaptação às diferentes tradições musicais africanas. Apesar das variações regionais, o princípio fundamental de lamelas vibratórias fixadas a uma caixa de ressonância permanece constante. A Sanza não é apenas um instrumento musical, mas também um símbolo da rica herança cultural e da inventividade musical do continente africano, com uma sonoridade que continua a encantar ouvintes em todo o mundo.

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  • Instrumentos musicais do Zaire
  • Lamelofones dedilhados
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Sanza, Zaire

Sanza, Zaire, piano de polegares

Djabara, um idiofone de fricção tradicional da Guiné, revela a engenhosidade da música ancestral africana. A sua estrutura fundamental consiste numa cabaça seca, cuidadosamente selecionada pela sua capacidade de ressonância, que serve como corpo sonoro do instrumento. Envolvendo esta cabaça, uma rede artesanal de sementes secas é firmemente fixada. A interação destas sementes com a superfície da cabaça é o mecanismo primário de produção sonora do djabara.

O músico manipula o djabara através de um cabo de madeira, geralmente de dimensões modestas para facilitar o manuseio. Ao movimentar o instrumento com diferentes ritmos e intensidades, a rede de sementes fricciona a cabaça, gerando uma paleta sonora rica e diversificada. Os sons produzidos podem variar desde murmúrios suaves e delicados até chocalhos vigorosos e marcados, conferindo ao djabara uma expressividade surpreendente para um instrumento de construção tão simples.

Na tapeçaria musical da Guiné, o djabara desempenha um papel crucial em diversos contextos culturais. É frequentemente utilizado em cerimónias rituais, acompanhando cantos e danças tradicionais que celebram a vida, a comunidade e a espiritualidade. O seu ritmo pulsante e as suas texturas sonoras enriquecem as performances, adicionando uma camada percussiva que se harmoniza com outros instrumentos e vozes.

A escolha dos materiais para a construção do djabara – a cabaça, as sementes e a madeira – reflete uma profunda conexão com o ambiente natural e as práticas artesanais locais. A sua criação manual, transmitida através de gerações, preserva técnicas ancestrais e sublinha a inventividade do povo guineense na criação de instrumentos musicais a partir dos recursos disponíveis. 

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  • Instrumentos musicais da Guiné
  • Idiofones de raspagem
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Djabara, Guiné

Djabara, Guiné

Adungu, também conhecido pelos nomes ekidongo ou ennenga, é um cordofone dedilhado que pulsa com a rica herança musical do povo Alur, no noroeste do Uganda, África. Este instrumento cativante pertence à família das harpas, distinguindo-se pela sua forma e decoração que podem variar significativamente, refletindo a individualidade do artesão e as tradições locais. Geralmente, o adungu possui entre 5 e 9 cordas, tradicionalmente feitas de materiais naturais como tendões de animais ou fibras vegetais, que são tensionadas sobre um corpo ressonante.

A construção do adungu envolve um cuidado artesanal notável. A caixa de ressonância pode ser esculpida a partir de uma única peça de madeira, frequentemente com uma forma curva ou em taça, e coberta com pele de animal para amplificar o som. O braço, que se estende da caixa de ressonância, serve de suporte para as cordas, que são fixadas em pinos de afinação. A decoração do adungu é frequentemente elaborada, incorporando entalhes, contas ou outros adornos que carregam significados culturais e estéticos para o povo Alur.

A técnica de tocar o adungu envolve a dedilhação das cordas com os dedos, produzindo melodias suaves e rítmicas que acompanham canções, danças e narrativas tradicionais. A sonoridade do adungu é muitas vezes descrita como melancólica e evocativa, capaz de transmitir uma ampla gama de emoções. A variação no número de cordas permite diferentes possibilidades musicais, com mais cordas oferecendo um leque mais amplo de notas e acordes.

Para o povo Alur, o adungu não é apenas um instrumento musical; ele desempenha um papel importante na sua vida social e cultural. É frequentemente tocado em cerimónias, rituais e celebrações comunitárias, servindo como uma voz da sua história, das suas crenças e das suas tradições. A transmissão da arte de construir e tocar o adungu passa de geração em geração, assegurando a continuidade desta expressão cultural única. O adungu, em suas diversas formas e decorações, é um símbolo sonoro da identidade e da riqueza cultural do povo Alur do Uganda.

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  • Instrumentos musicais do Uganda
  • Instrumentos de corda dedilhada
  • Família das harpas
  • Instrumentos começados por a
Kydyapi, Uganda

Kydyapi, Uganda

Instrumento nacional da Jamaica, o abeng é um aerofone ancestral e emblemático, esculpido a partir do corno de um animal, geralmente uma vaca. A sua construção rudimentar envolve o corte da ponta do corno para criar uma abertura através da qual o músico pode soprar. Apesar da sua simplicidade material, o abeng possui uma capacidade surpreendente de produzir sons potentes e distintos, carregados de significado cultural e histórico para o povo jamaicano.

A técnica de tocar o abeng exige habilidade e controlo da respiração. Ao modular a embocadura e a intensidade do sopro, o músico consegue gerar uma variedade de tons e ritmos, que podem ser utilizados para comunicar mensagens a longas distâncias. Historicamente, o abeng desempenhou um papel crucial como meio de comunicação entre as comunidades maroon, descendentes de escravos africanos que escaparam e estabeleceram comunidades independentes nas montanhas da Jamaica. Os seus sons codificados alertavam para perigos, anunciavam eventos e convocavam reuniões, funcionando como um sistema de comunicação vital nas densas florestas.

O som profundo e ecoante do abeng tornou-se um símbolo da resistência e da liberdade do povo maroon, representando a sua capacidade de manter a sua cultura e autonomia apesar da opressão. A sua presença em cerimónias tradicionais e celebrações culturais continua a evocar este legado histórico, transmitindo um sentimento de identidade e resiliência.

Hoje, o abeng transcende a sua função original de comunicação, sendo reconhecido como um instrumento musical único e um símbolo da herança jamaicana. O seu som característico pode ser ouvido em diversas manifestações culturais, desde performances folclóricas até produções musicais contemporâneas, onde a sua sonoridade ancestral adiciona uma dimensão histórica e espiritual à música. 

Abeng, Jamaica

Abeng, Jamaica

papel importante nas cerimónias, para reunir as pessoas e celebrar os funerais. Pode ser ouvido a 15 km de distância.

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  • Instrumentos musicais da Jamaica
  • Instrumentos da América Central
  • Aerofones de palheta labial
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Kora, ou korá, é um instrumento de corda tradicional da Guiné-Bissau, Senegal, Gâmbia e Mali, com caixa de cabaça e pele esticada, braço de madeira, duas pegas e cordas de nylon dedilhadas.

É um cordofone híbrido, pertencendo simultaneamente a duas famílias: harpa e alaúde. Da harpa porque as cordas não são paralelas ao braço afastando-se deste formando um ângulo de cerca de 30 graus; do alaúde, porque tem um braço comprido onde estão atadas as cordas e couro com abertura que permite sair o som. Tem um número de cordas que varia entre 21 e 24.

De acordo com a lenda, a korá nasceu no império do Gabú, zona leste da Guiné Bissau, no século XIX. É tocado por “djidius”, termo que significa músicos, nas festas populares, casamentos, batizados e fanados. Também é tocado quando morre um “mansa” (rei), um velho djidiu (músico), ou um guerreiro. Este instrumento é originário da etnia mandinga, onde a pessoa que o toca é chamada koráfola (literalmente pessoa que faz a korá falar).

Baseado em manual de apoio aos cursos de artes performativas em Bissau.

Colaboração: Wilson da Silva

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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  • Instrumentos musicais do Senegal
  • Instrumentos de corda dedilhada
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Kora, Senegal

Kora, Senegal