Entries by António Ferreira

Piano de cauda

Piano de cauda é um cordofone de teclado, como 88 cordas, e com maior capacidade sonora que o piano vertical.

Piano de mesa

Piano de mesa é um cordofone de tecla em forma de mesa, diferente do piano de cauda ou do piano vertical, do século XIX.

Castanhola de cana rachada, Portugal

Cana rachada, caninha, ou castanhola de cana rachada, é um instrumento tradicional português, um idiofone tocado na região da Lezíria Ribatejana e outras regiões para acompanhar ritmos e danças.

Cana rachada, Portugal

Cana rachada, caninha, ou castanhola de cana rachada, é um instrumento tradicional português, um idiofone tocado na região da Lezíria Ribatejana e outras regiões para acompanhar ritmos e danças.

Castanholas de cabo

castanholas de cabo são um idiofone de percussão direta feito de madeira, de plástico ou outro material, composto de duas partes côncavas e um cabo.

Bandola portuguesa, Portugal

bandola portuguesa é um cordofone com braço curto trastejado e corpo em forma de lágrima.

Bombo, Portugal

bombo é um tambor bimembranofone grande. Geralmente é tocado na posição vertical. Além do bombo de orquestra, há o bombo de romaria, de construção artesanal, um dos instrumentos utilizados no programa das festas populares de Portugal.

Cântaro, Portugal

cântaro (cántaro em Espanhol) é um vaso de barro que, além de transportar água e conservar líquidos ou alimentos, é usado como instrumento de percussão direta com a mão ou com uma alpergata na boca do cântaro. Acompanha fandangos em Puebla, México, no Ribatejo, Portugal, e outras regiões.

Cântaro com abano, Portugal

cântaro com abano, ou bilha com abano, é um instrumento tradicional português com origem na Estremadura e Beira Litoral constituído por um abano (objecto artesanal em palha usado para atear o fogo), percutido no bocal de uma bilha ou cântaro de barro.

Tamborete de guitas

Tamborete de guitas, ou simplesmente tamborete, é uma classe de membranofone com uma construção e forma de tocar especial, com duas membranas circulares unidas por um cabo. Quando o cabo rola verticalmente entre as palmas das mãos, cada missanga, presa por um fio, bate na respetiva membrana, com o ritmo e velocidade que o executante lhe imprime.