Tag Archive for: instrumentos tradicionais do Brasil

Afoxé (o mesmo que afuche, semelhante ao xequere africano) é um idiofone de agitamento tradicional do Brasil constituído por uma cabaça rodeada por uma rede de sementes ou contas (que podem ser de materiais diversos). O afoxe tradicional tem origem origem africana. Com uma configuração e materiais diferentes do tradicional, o afoxé moderno é mais resistente do que a cabaça natural.
Situa-se no índice 13. do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Nestes idiofones, o som produz-se por fricção ou raspagem.
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Tantã (o mesmo que rebolo, tantan, ou tan tan) é um membranofone de percussão direta tradicional do Brasil. Tem forma cilíndrica (modelo que mais parece um tambor), ou afunilado na ponta (mais parecido com um atabaque). O corpo é de madeira ou alumínio. Em uma das extremidades usa-se uma pele que pode ser de animal ou polyester (napa). Existem vários calibres, fazendo com que o seu som varie do mais agudo ao mais grave. É utilizado para dar a marcação rítmica na música e muito importante no samba. O instrumentista serve-se das mãos para tocar, não se exigindo baquetas. Uma das mãos toca a pele do instrumento e a outra o corpo.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
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Zunidor é um aerofone livre e rodopiante, constituído por uma placa de 41 cm x 9,5 cm, pintada com pigmentos naturais, presa a um cordel, tradicional do Brasil. O Matapu, ou o espírito zunidor, é considerado um dos espíritos donos da plantação de Pequi. Neste importante ritual, os Mehinako fazem zunidores, que produzem um zunido ao ser girado em velocidade. Estas placas de madeira são parte da tradicional Festa do Pequi. Através deste ritual os Mehinako fazem preces para que este e outros espíritos tragam fartura na próxima colheita. O zunidor é, portanto, um objeto que carrega boa ventura e traz consigo toda a força e proteção da floresta através da cultura Mehinako.
É um zumbidor, da classe dos aerofones livres, designada pelo índice 41 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais.
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  • Categoria dos aerofones livres
  • Família dos zunidores
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Caracaxá é um instrumento tradicional de Pernambuco, Brasil, originário do Nordeste Brasileiro. Instrumento do tipo idiofone de agitamento, é feito de um recipiente de metal com sementes e tem um formato original e futurístico. Habitualmente cada mão segura um caracaxá que agita alternadamente, mas pode ser tocado por uma só mão.
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Na categoria 1 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, o som é produzido primariamente pela vibração do corpo do instrumento ou por alguma de suas partes, mas esta vibração deve-se à própria elasticidade do material, sem tensão adicional nem cordas, membranas ou colunas de ar.
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Repique (semelhante a repinique) é um bimembranofone de percussão direta tradicional do Brasil. É um tambor pequeno com peles em ambos os lados, tocado com uma baqueta por uma das mãos enquanto a outra toca diretamente na pele. Criado pelas escolas de samba para repinicar um som mais agudo, serve, frequentemente, como uma espécie de condutor musical das escolas de samba, anunciando “deixas” para o grupo. Ele é, também, destacado como instrumento solista, às vezes tocando introduções para sambas ou solando em batucadas.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
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Tabaque, ou atabaque, é um tambor unimembranofone afro-brasileiro com corpo de madeira. O nome tem origem no termo árabe al-Tabaq. Em São Tomé e Príncipe (África) também existe um membranofome com o nome de tabaque, um tambor médio cuja pele é amarrada em vez de pregada.
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Caxixi é idiofone de percussão indireta por agitamento com a mão, em forma de chocalho com uma alça. Pequeno cesto de vime trançado, contém sementes, pedras, arroz ou pequenos pedacinhos de outros materiais. Instrumento tradicional do Brasil, é muito utilizado na música afro-brasileira, no samba, no maracatu e na capoeira, acompanhando o berimbau. Pode ser simples, duplo ou triplo, e o tamanho é variável. Tem as suas origens em África. 

É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Na categoria 1 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, o som é produzido primariamente pela vibração do corpo do instrumento ou por alguma de suas partes, mas esta vibração deve-se à própria elasticidade do material, sem tensão adicional nem cordas, membranas ou colunas de ar.
Caxixi, Brasil

Caxixi, Brasil

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Cuíca, também chamada puíta, (ou pwita em Angola), é um membranofone de friccão tradicional do Brasil. É muito muito usada na música popular brasileira e no Carnaval. Tem a forma de um tambor, mas é a fricção de uma varinha interna encostada à pele, no interior, que produz o seu timbre inconfundível. Pode ter sido levada para o Brasil por escravos africanos bantos, mas ligações podem ser traçadas a outras partes do nordeste africano, assim como à Península Ibérica, onde existe ainda hoje a sarronca, embora a sonoridade seja bastante diferente.
Situa-se no índice 23 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os tambores friccionados são os membranofones cuja pele ou uma corda fixada a ela é friccionada com as mãos, varas ou outra coisa.
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Surdo é um bimembranofone de percussão direta de grandes dimensões. É originário do Brasil e tem um papel fundamental no samba. A caixa pode ser de metal ou de madeira e produz um som grave.
Situa-se no índice 21 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais, entre os tambores percutidos, instrumentos cuja membrana é posta em vibração ao ser batida ou percutida.
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Buzina, o mesmo que berrante, chifre, guampo, ou corno) é um aerofone tradicional do Brasil feito de corno de boi ou outros animais. É uma espécie de buzina usada por guardadores de vacas do Brasil e Colômbia para chamar e orientar o gado.

É provável que a introdução do berrante no Brasil se deva a escravos africanos que em África usavam os chifres do olongo (cudo) que, por natureza, já é curvado em espiral. É um símbolo da pecuária brasileira.

Em Portugal, buzina designa também, musicalmente, concha de búzio da espécie ‘Charonia lampas’, usado há milhares de anos em vários países do mundo como instrumento de comunicação.

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Buzina, ou berrante, Brasil

Buzina, ou berrante, Brasil

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