Instrumentos musicais de Portugal

 

viola amarantina é um cordofone dedilhado muito utilizado para acompanhar o repertório minhoto, ao qual fornece um suporte harmónico. O bom executante pode acrescentar aos acordes pequenos motivos melódicos.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.

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Viola amarantina, créditos Casa da Guitarra

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Viola beiroa é um cordofone dedilhado, ornamentado e muito arredondado, um dos tipos de Viola portuguesa, característico da Beira Baixa. Além das cinco ordens de cordas, possui duas mais agudas, presas a um cravelhal suplementar junto da caixa de ressonância.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável. Nos instrumentos da categoria “cordofone”, o som é produzido principalmente pela vibração de uma ou mais cordas tensionadas.

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Banduria, bandurra, viola beiroa ou viola de Castelo Branco

Banduria, bandurra, Viola beiroa ou Viola de Castelo Branco

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Viola braguesa é um dos tipos de Viola portuguesa, cordofone dedilhado artesanal muito popular no Noroeste Português. Tem cinco ordens de cordas duplas, cravelhas dorsais de madeira e boca em forma de raia. É utilizada em situações festivas acompanhando rusgas, chulas e cantares ao desafio, com por outros instrumentos como o cavaquinho, acordeão e rabeca.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Viola braguesa

Viola braguesa

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viola campaniça é um cordofone dedilhado do tipo alaúde, Viola popular com cinco ordens de cordas duplas de arame. Outrora, acompanhava muito os “balhos”, “despiques” e o cante alentejano, isto é, os corais polifónicos do Baixo Alentejo.

Situa-se no índice 32 do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos. É um cordofone composto, instrumento de corda que tem caixa de ressonância como parte integrante e indispensável.

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Pedro Mestre, viola campaniça

Pedro Mestre, viola campaniça

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idiofone constituído por uma cana de bambu, com um boneco no topo e dois bonecos paralelos à cana vestidos com trajes regionais. Um arame no interior da cana provoca, com o movimento da mão do executante, o bater de castanholas pendentes das costas do boneco masculino.

A zuca-truca em cana é “usada nas «festadas» dos arraiais e romarias minhotas. O topo da cana é encimado por personagem em madeira, vestida com traje de lavrador minhoto. Seguindo-se, inferiormente e a rodear a cana, três pares de personagens a darem as mãos, as mulheres estão vestidas de preto, vermelho e branco (lavradeiras minhotas) e os homens de preto, com chapéu e castanholas presas à cintura (lavradores minhotos). No extremo oposto da cana tem um ferrinho que faz com que as figuras subam e desçam. (Sociedade Martins Sarmento)

O “brinquinho” da Madeira, introduzido há cerca de um século, é semelhante ao zuca-truca.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Zuca-truca

zuca-truca, créditos Sociedade Martins Sarmento

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Reque-reque, reque, ou reco-reco, é um idiofone de raspagem existente em Portugal, com diversas configurações e materiais um pouco por todo o mundo.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Reque-reque, Portugal, créditos Alma Mater

Reque-reque, Portugal, créditos Alma Mater

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Reque, ou reco-reco, é um idiofone de raspagem existente em Portugal, com diversas configurações e materiais um pouco por todo o mundo.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Reque, ou reco-reco, Portugal

Reque, ou reco-reco, Portugal

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Cartaxo (cartaxinho, castanhola, ou grilinho, na Madeira) é um pequeno instrumento tradicional português do tipo idiofone. Situa-se no índice 11. do sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.

É feito de um pequeno pedaço de cana (ou de madeira), em meia-cana (ou com um corte / ranhura grande no caso da madeira em forma de concha alongada) que serve de caixa de ressonância, na qual se coloca um bocado muito pequeno também de cana (ou de madeira), em tensão com uma guita, que é jogado pelos dedos do tocador, produzindo som com o embate desta pequena peça contra o corpo do instrumento.

É de fabrico artesanal e utiliza-se como acompanhamento rítmico de instrumentos melódicos, sobretudo dos aerofones de palheta metálica livre (harmónio, concertina, acordeão). Com excepção de uma ou outra região (Algarve), o povo não o conhece habitualmente por cartaxo, mas sim por castanhola. Por vezes, usa-se o mesmo sistema sonoro com uma lata de graxa ou de sardinha na qual se prende o fio em tensão com a pequena peça de cana, que embate agora contra a lata.

Fontes:

Terra Mater

Cancioneiro Tradicional de Óbidos, de José Alberto Sardinha.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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Cartaxo, foto Terra Mater

Cartaxo, foto Terra Mater

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Castanhola (o mesmo que cartaxinho ou cartaxo e grilinho, na Madeira) é um pequeno instrumento tradicional português do tipo idiofone. Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.

É feito de um pequeno pedaço de cana (ou de madeira), em meia-cana (ou com um corte / ranhura grande no caso da madeira em forma de concha alongada) que serve de caixa de ressonância, na qual se coloca um bocado muito pequeno também de cana (ou de madeira), em tensão com uma guita, que é jogado pelos dedos do tocador, produzindo som com o embate desta pequena peça contra o corpo do instrumento.

É de fabrico artesanal e utiliza-se como acompanhamento rítmico de instrumentos melódicos, sobretudo dos aerofones de palheta metálica livre (harmónio, concertina, acordeão). Por vezes, usa-se o mesmo sistema sonoro com uma lata de graxa ou de sardinha na qual se prende o fio em tensão com a pequena peça de cana, que embate agora contra a lata.

Fontes:

Terra Mater

Cancioneiro Tradicional de Óbidos, de José Alberto Sardinha.

Castanhola, cartaxo ou cartaxinho, Portugal

Castanhola, cartaxo ou cartaxinho, Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida). Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.

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Cartaxinho (o mesmo que cartaxo, castanhola, ou grilinho, na Madeira) é um pequeno instrumento tradicional português do tipo idiofone. Existe com este nome no Algarve e em Santarém. É feito de um pequeno pedaço de cana (ou de madeira), em meia-cana (ou com um corte/ranhura grande no caso da madeira em forma de concha alongada) que serve de caixa de ressonância, na qual se coloca um bocado muito pequeno também de cana (ou de madeira), em tensão com uma guita, que é jogado pelos dedos do tocador, produzindo som com o embate desta pequena peça contra o corpo do instrumento.

Situa-se no índice 11 no sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Os idiofones percutidos são postos em vibração por um golpe ou batida.
É um idiofone percutido sem intenção melódica (é de altura indefinida).

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É de fabrico artesanal e utiliza-se como acompanhamento rítmico de instrumentos melódicos, sobretudo dos aerofones de palheta metálica livre (harmónio, concertina, acordeão). Com excepção de uma ou outra região (Algarve), o povo não o conhece habitualmente por cartaxo, mas sim por castanhola. Por vezes, usa-se o mesmo sistema sonoro com uma lata de graxa ou de sardinha na qual se prende o fio em tensão com a pequena peça de cana, que embate agora contra a lata.

Fontes:

Terra Mater

Cancioneiro Tradicional de Óbidos, de José Alberto Sardinha.

Cartaxinho, créditos A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria

Cartaxinho, créditos A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria

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